Semana dos Acadêmicos Indígenas reafirma povos tradicionais na UnB há uma década
Semana dos Acadêmicos Indígenas reafirma povos tradicionais na UnB há uma década
Exposição revela força indígena no Brasil
Exposição ‘Brasil é Terra IndÃgena’ resgata importância da cultura Guarani-Mbyá em GravataÃ
[Expo] Amazônia. Créations et futurs autochtones - Musée du quai Branly
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Indígenas Pankararu usam audiovisual para disseminar e preservar a tradição do coco de roda
Porto Alegre recebe 1º Festival Palco Indígena na próxima quinta-feira (6)
Litoral Norte gaúcho recebe programação cultural internacional gratuita de outubro a dezembro
Acabou... Mas não é um adeus, mas até breve...
Fragmentos de lembranças de meu estágio na escola indígena.
Em agosto retorno em um projeto mais longo e estarei em companhia.
Eu vou voltar queridos parentes Mbya, eu vou voltar!
Vamos juntos criar um teatro indígena 🏹❤️🔥🔥!
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“Língua é pensamento, língua é espírito, língua é uma forma de ver o mundo e apreciar a vida”: é assim que a curadora Daiara Tukano descreve o ponto de partida de Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação. A imersão começa no próprio nome da mostra, que vem da língua Guarani Mbya: nhe’ẽ significa espírito, sopro, vida, palavra, fala; e porã quer dizer belo, bom. Juntos, os dois vocábulos significam ‘belas palavras’, ‘boas palavras’ – ou seja, palavras sagradas que dão vida à experiência humana na terra.
Neste sábado, 9 de novembro, das 14h às 16h, o Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) recebe a artista para uma visita guiada à exposição. Realizada pelo Museu da Língua Portuguesa, de São Paulo, com articulação e patrocínio master do Instituto Cultural Vale, Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação aborda as línguas dos povos originários do Brasil, suas trajetórias e culturas. Em São Luís, a montagem conta com peças exclusivas do acervo do CCVM, da Casa de Nhozinho e do Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão.
Daiara Tukano é do povo Yepá-Mahsã, artista indígena, curadora, mestre em direitos humanos e conselheira nacional de Cultura.
A programação é gratuita. O CCVM fica localizado na rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.
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Imagem 1: "Dxahá patxitxá kuyuna", de Arissana Pataxó, Coroa Vermelha, Brasil, acrílica sobre a tela, 2011.
Imagem 2: Arissana Pataxó (1983-).
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