Greve nas universidades paulistas: e agora? | Outras Palavras

Recursos reduzidos, arrogância de dirigentes, violência policial e ausência de canais democráticos: um coquetel explosivo deflagrou um movimento justo e necessário. Os reitores têm uma brecha para encontrar a saída – e a responsabilidade de fazê-lo. Estarão à altura?

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