
Lula, Maquiavel e a eleição | Outras Palavras
Mudou a Fortuna, mas a Virtù que acompanhava o presidente dissipou-se. Desatento ao novo cenário, ele insiste em negociar com o Centrão, despreza a mobilização social e abre espaço para a ultradireita. Como salvá-lo, a cinco meses da eleição?
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Como a grande mídia apaga candidaturas de esquerda | Outras Palavras
O critério é perverso: ganham visibilidade aqueles com intenção de voto. Mas, como aparecerão nas pesquisas os que são apagados da cobertura eleitoral? A velha mídia decide quem existe politicamente. Há uma candidata negra e de esquerda, por exemplo – e poucos sabem disso
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Para ir além da crítica ao lulismo | Outras Palavras
Parte da esquerda comete erro analítico: a conciliação petista teria levado à ascensão da ultradireita. Diagnósticos inflados como este, muitas vezes, tornam-se álibi para a incapacidade de construir alternativas reais. Resultado: o derrotismo político
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Gramsci e o horizonte político além das urnas | Outras Palavras
Queda na popularidade de Lula, apesar de avanços econômicos, mostra: sem disputar a hegemonia política, esquerda pode virar peça do sistema. Poder real passa pela disputa da cultura, meio de comunicação e narrativas religiosas, como ensinava pensador italiano
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Lula, sua última eleição e seus demônios | Outras Palavras
Ao final de 2025, após uma arrancada surpreendente, o quarto mandato parecia ao alcance da mão. Um velho cacoete – a busca eterna de conciliação entre desiguais – pode pôr tudo a perder. Análise de uma eleição decisiva, a cinco meses das urnas
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Eleições: Para quê as IAs poderiam ser úteis | Outras Palavras
Tecnologia poderia incidir de forma positiva no processo eleitoral, como ampliar o acesso a informações confiáveis, facilitar compreensão de programas políticos e apoiar checagem de fatos. Mas, sem regulação, tendência é criar mais riscos que soluções
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Lula e o neoliberalismo. E agora? | Outras Palavras
País continua preso ao padrão de desenvolvimento liberal-periférico inaugurado por FHC. É preciso examinar sua natureza, as regressões que produziu e as classes que colocou no poder – porque a esquerda precisa vencer o fascismo, mas não pode lutar sem sair do lugar
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É possível reformar a esquerda? | Outras Palavras
Defesa das instituições e de uma democracia limitada minou, nas últimas décadas, a potência e criatividade das correntes críticas ao capital. Abriu-se espaço para a ultradireita. Saída pode estar num reformismo radical que mobilize as maiorias e desafie a ordem hegemônica
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