Endividamento das famílias virou risco eleitoral - 25/03/2026 - Adriana Fernandes: Reunião de Lula com Galípolo revela pressão em alta para juros caírem https://www1.folha.uol.com.br/colunas/adriana-fernandes/2026/03/endividamento-das-familias-virou-risco-eleitoral.shtml #Endividamento #Famílias

Finanças globais, a próxima vítima da guerra?

Cinco décadas depois da última crise de petróleo, economia do mundo depende bem menos do Oriente Médio. Mas mercados financeiros agigantam-se e se livraram de controles públicos. Quais serão as consequências, se o ataque ao Irã produzir perdas severas?

https://outraspalavras.net/geopoliticaeguerra/financas-globais-a-proxima-vitima-da-guerra/

Finanças globais, a próxima vítima da guerra? | Outras Palavras

Cinco décadas depois da última crise de petróleo, economia do mundo depende bem menos do Oriente Médio. Mas mercados financeiros agigantam-se e se livraram de controles públicos. Quais serão as consequências, se o ataque ao Irã produzir perdas severas?

Outras Palavras
Endividamento das famílias chega a 49,3% da renda e juros do crédito passam de 59% ao ano, aponta BC: Quase 30% da renda mensal já vai para dívidas, enquanto ritmo de novos empréstimos perde força https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/12/26/endividamento-das-familias-chega-a-493percent-da-renda-e-juros-do-credito-passam-de-59percent-ao-ano-aponta-bc.ghtml #Endividamento #Economia
Endividados, Correios acionam Justiça trabalhista para mudar acordos: Estatal tenta reabrir negociações sobre salários e benefícios em meio a pressões orçamentárias https://revistaoeste.com/economia/endividados-correios-acionam-justica-trabalhista-para-mudar-acordos/ #Endividamento #Correios

Brasileiros acumulam cartões de crédito em busca de limites e benefícios

Mesmo com o avanço de novas formas de pagamento, o cartão de crédito segue sendo escolha recorrente entre os brasileiros e aparece atrás apenas do PIX, entre os meios de pagamento usados com mais frequência no país. O levantamento faz parte de uma pesquisa da Serasa em parceria com o instituto Opinion Box e aponta que 65% dos consumidores têm mais de um cartão de crédito na carteira.

Segundo a pesquisa, a maior parte dos respondentes (44%) afirmam ter entre dois e três cartões de crédito. Além disso, 39,6% utilizam múltiplos cartões para somar limites e ter mais flexibilidade nas compras do dia a dia – por sua vez, 34,1% apontam os diferentes benefícios como motivo para acumular mais de um cartão.

O levantamento, porém, vem acompanhado de um alerta: 43% dos entrevistados já se endividaram por ter mais de um cartão, mostrando que o uso do crédito ainda requer atenção e planejamento financeiro.

“O cartão de crédito é uma ferramenta importante de acesso ao consumo e organização financeira, desde que usado com responsabilidade. A diversidade de meios de pagamento amplia as possibilidades do consumidor, mas reforça a necessidade de entender seu próprio perfil e planejar os gastos”, destaca Camila Martins, especialista do Serasa Crédito.

O que define o meio de pagamento ideal?

Na hora de escolher como pagar, o principal fator citado é a praticidade (53,1%), seguido pelas condições de parcelamento (37,8%), descontos oferecidos (30,8%) e segurança percebida (30,5%).

“Mesmo com o avanço das soluções digitais, a decisão de compra ainda é guiada pela conveniência e pelo controle”, afirma Camila. “O brasileiro valoriza meios que facilitem o dia a dia e ofereçam vantagens concretas, como descontos e parcelamento, especialmente em um cenário de orçamento apertado”, finaliza.

#benefícios #CamilaMartins #cartõesDeCrédito #consumo #Conveniência #descontos #endividamento #limites #meiosDePagamento #OpinionBox #parcelamento #PIX #planejamentoFinanceiro #praticidade #segurança #Serasa

Dívida e endividamento: o novo normal das famílias brasileiras - Projeto Brasil - Jornal GGN

“Antes, eu era pobre. Agora, sou pobre e endividado.” Frase anônima brasileira. Lena Lavinas[1] Maria Paula Bertran[2] *** Este é o primeiro texto de uma série de três, originalmente publicados no blog Boletim Lua Nova. O artigo abaixo descreve como o comprometimento da renda com dívidas se transformou na rotina…

Projeto Brasil - Jornal GGN

Inadimplência cresce e sufoca famílias brasileiras

O sufocamento financeiro e a ultrapassagem dos limites orçamentários das famílias estão cada vez mais preocupantes no país. Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a inadimplência do brasileiro atingiu 30,2% em julho. É o maior percentual dos últimos dois anos.

Resumo

Inadimplência atinge 30,2% dos brasileiros, maior índice dos últimos dois anos; no Maranhão, 44,8% da população adulta está endividada;

Crédito rotativo é apontado como o principal vilão, com juros médios acima de 400% ao ano, transformando dívidas pequenas em impagáveis;

Planejamento financeiro, controle de gastos, prioridade nas necessidades e criação de reserva de emergência são estratégias para evitar sufocamento.

No Maranhão, em junho de 2025, mais de 2 milhões de pessoas estavam inadimplentes, o que representa 44,8% da população adulta do estado, de acordo com levantamento realizado pelo Serasa. Para a coordenadora do Núcleo de Negócios da UniFacimp Wyden, Petra Fernanda, o principal vilão desse cenário é a falta de planejamento financeiro familiar, que pode trazer sérios prejuízos.

Petra Fernanda, coordenadora do Núcleo de Negócios da UniFacimp Wyden

“É importante que toda a família conheça a situação financeira em que vive. Assim, todos podem contribuir em casa, ajudando a utilizar os recursos de forma mais racional, evitando o consumo excessivo, priorizando as necessidades e mudando hábitos que prejudiquem o orçamento”, alerta.

Estratégias

Para evitar o sufocamento financeiro, Petra aponta um ponto de atenção para evitar um hábito muito comum entre os brasileiros inadimplentes. “A maioria das pessoas recorrem aos créditos rotativos, que são grandes vilões e devem ser evitados, pois apresentam os maiores juros do mercado. Essa modalidade exige muito cuidado, já que rapidamente pode transformar dívidas pequenas em uma bola de neve e, consequentemente, tornar a pessoa inadimplente”, ressalta.

A preocupação da professora encontra respaldo nas estatísticas. Apenas em maio de 2025, a taxa média de juros do crédito rotativo no cartão de crédito registrou 449,9% ao ano, conforme o Banco Central do Brasil (BC), com aumento de 5,7 pontos percentuais sobre abril.

A coordenadora reforça que nunca é tarde para reorganizar os gastos e construir um caminho mais seguro e estável. “Saber exatamente o quanto se pode gastar é essencial para evitar o endividamento. Além disso, ter uma reserva de emergência é fundamental, pois grande parte da população não se preocupa com isso e acaba gastando todo o rendimento de uma só vez. O ideal é que se mantenha uma quantia equivalente a pelo menos três vezes a renda líquida da família para enfrentar imprevistos”, conclui.

#BancoCentral #Brasil #cartãoDeCrédito #CNC #ConfederaçãoNacionalDoComércio #consumoConsciente #créditoRotativo #endividamento #inadimplência #jurosAltos #Maranhão #orçamentoFamiliar #PetraFernanda #planejamentoFinanceiro #populaçãoAdulta #reservaDeEmergência #Serasa #sufocamentoFinanceiro #UniFacimpWyden