- cijnusp
https://jornal.usp.br/diversidade/workshop-na-usp-em-bauru-discute-racismo-e-branquitude/
#Diversidade #tnicoRacial #Antirracismo #Branquitude #Racismo #Workshop
Acabo de tomar conhecimento do Ciclo de oficinas Mais Negritudes em Teoria da História na Wiki 2025, promovido pelo Projeto Mais Teoria da História na Wiki
Quando?
Entre 07 e 18 de outubro de 2025
Qual é a proposta?
Inspirado nas "(...) interpelações indisciplinadas de pensadores negros, o evento propõe ocupar os espaços wikimedistas a partir de uma crítica radical à supremacia branca na escrita da história. Trata-se de racializar os cânones digitais, reescrevendo – com mãos negras e com outras temporalidades – aquilo que foi historicamente denegado.
Em um gesto de #pedagogia insurgente, cada oficina articula reflexão teórica e prática de edição, convocando pessoas participantes a indisciplinar os protocolos tácitos do conhecimento enciclopédico, enfrentar as políticas do tempo da #branquitude e construir um repertório afrorreferenciado de narrativas, imagens e dados. O que está em jogo não é apenas a reparação de ausências, mas a reconstrução de epistemologias coletivas desde o Sul e desde a carne.
Mais do que preencher lacunas, o ciclo se propõe a disputar sentidos: afirmar a agência negra na história e no presente digital, deslocar as margens para o centro e propor outras formas de fazer história, no plural.
Maravilha a não perder se andades por #lisboa ou arredores esta finde e queredes combater o #epistemicidio o #patriarcado a #heteronorma e a #branquitude aprendendo das artes trans NB pretas !!
🌟 Inscrições até o 15 de Maio ás 13, no formulário do link
https://eventos.coletivos.org/event/3a-editatona-transnarrativas-negras
#descolonização #transfeminismo #afrofeminismo #queerart #transnarrativasnegras #editatona #Interseccionalidade
Venha ajudar a visibilizar biografias de artistas trans e negras! Temos um convite para você! Nos dias 17 e 18 de Maio, realizamos a terceira edição do encontro “Transnarrativas Negras”, com a facilitação de Lolo Arziki — cineasta, curadore, poeta e performer — e queremos contar com a sua participação! Ativista LGBTQIAPN+, natural de Cabo Verde, Lolo é formade em Cinema pelo Instituto Politécnico de Tomar, com mestrado em Estética e Estudos Artísticos na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Como feminista negre, busca discutir temas como a sexualidade, a negritude, género e a experimentação estética em seus trabalhos. O encontro deste ano terá uma Editatona no sábado (17) com o tema Cinema Negro Trans + Queer. E no domingo — dia de votação (não deixe de votar, se esse for um direito seu!) — teremos uma Oficina de Descolonização da Escrita para a Wikipédia. Almoço e babysitting estão incluídos quer na Editatona e quer na Oficina. Há possibilidade de bolsa de viagem para quem vem de fora da Área Metropolitana de Lisboa. A solicitação deve ser feita por meio do formulário de inscrição. Como participar: * Ambas as actividades são gratuitas mas sujeitas a inscrição * Inscrições até dia às 13h, do dia 15 de Maio, através do formulário: https://ubssoptx.forms.app/editoraslx-transnarrativasnegras [https://ubssoptx.forms.app/editoraslx-transnarrativasnegras] * Necessário levar computador e carregador Informações de acessibilidade: * A Penha Sco fica perto da Praça Paiva Couceiro, existe estacionamento à porta que é gratuito ao fim de semana. * A entrada tem um degrau, sem rampa; e as actividades decorrem na cave, cujo acesso é feito através de uma escadaria, sem elevador. * A casa de banho não é adaptada. Como Chegar: * A paragem de metro mais próxima é Arroios * Autocarros que passem na Avenida Morais Soares ou na Praça Paiva Couceiro:718, 735, 742, 730, 797, 706 ou 37B).
Mestre Kandiero lança no Festival da Palavra “Curitiba me lembra Palmares”
#ZeladorCultural #Livro #HistóriaDoParaná #HistóriaDeCuritiba #CulturaNegra #Branquitude #Africanidades #Cultura
A Branquitude como problema no Brasil
Nascimento denuncia o quanto os negros e os indígenas ficaram à margem da narrativa da história brasileira, mesmo tendo sido os povos que mais trabalharam aqui, que mais atuaram e atuam ativamente na construção desta sociedade, criando formas de existir e resistir, mantendo viva a sua cultura. A história do negro, em sua perspectiva cotidiana e a partir de sua própria fala, é desconsiderada.