ENTREVISTANDO O RICARDO KATZ, EX-MANTENEDOR DO NGINX INGRESS E REFERÊNCI...

ENTREVISTANDO O RICARDO KATZ, EX-MANTENEDOR DO NGINX INGRESS E REFERÊNCI...

Caramba. Se fala em soberania digital, estratégia digital...mas não existe dados oficiais sobre a renda dos profissionais de TI depois de 2006, confere?
O louco é que até ali os dados são bem pessimistas na relação Atribuições X Salário.
O "trabalhador de informática" nos anos 80 ganhava até 17 salários mínimos, o que despencou pra menos de 10 nos 1990 (pós taradismo neoliberal)
Do atual "profissional de TI" se exige capacidades muito mais diversas (gestão, liderança, aprendizado contínuo bancado por ele mesmo, etc). Será que a renda média acompanhou essas exigências?
Tô produzindo (tentando) um capítulo de livro sobre Profissionais de TI, Creator Economy e Influência Digital.
Não é que os estudos ratificam a intuição antiga de que as relações de trabalho em TI antecipam dinâmicas (inclusive de precarização) que acabam ficando globais?
Quer saber como vai ser o Trabalho em 2050, olhe pro trabalho de TI hoje.
CNPJ Alfanumérico: Implemente a validação do novo CNPJ em seu projeto
#BolhaDev #BolhaTech
https://dev.to/valdeirpsr/cnpj-alfanumerico-implemente-a-validacao-do-novo-cnpj-em-seu-projeto-25hg
A gênese do grupo, como fica demonstrado no estudo de caso, remonta divisões que ocorreram no segmento de software no final da década 1970, quando o interesse corporativo avançava sobre a indústria dos códigos de programação, identificando potencial lucrativo com a venda de licenças de uso. A postura das corporações em limitar o acesso ao código-fonte dos programa com vistas à comercialização encontrou uma comunidade de desenvolvedores acadêmicos e autodidatas dispostos a resistir, o que viabilizou a criação do movimento do software livre. Essas contradições históricas no segmento de TI se expressariam na criação da própria Web, e no modo com que os formadores de opinião atuantes nela se organizam, em termos de escolhas técnicas e políticas (Seto, 2024). Assim, criadores de conteúdo que hoje questionam a lógica mercantil das plataformas e superam a temática tecnicista, costumam trazer em suas histórias de vida, vivências no interior das comunidades de software livre.
“Existe essa métrica de 63% dos jovens quererem empreender. E junto com isso vem uma ideia de sucesso fácil, de baixo esforço e ganhos extraordinários. O que também traz uma suposta rejeição ao trabalho formal, principalmente ao trabalho de tecnologia. Mas, na verdade, não é uma rejeição ao mercado de tecnologia, e sim ao subemprego. O que o jovem não quer é acabar em um emprego com más condições de trabalho. O que o jovem não quer é ganhar menos de mil reais em uma ocupação sem perspectiva”, afirmou.
#trabalho #bolhatech #tecnologia #juventude #EducaçãoProfissionalTecnológica #EPT
https://convergenciadigital.com.br/mercado/bolha-tech-esta-bem-distante-da-maioria-dos-jovens/
R$ 54 milhões na mão de um instituto privado de Brasília para ensinar programação backend e frontend.
Uma fração disso não poderia virar um edital, ao estilo Aldir Blanc, em que criadores de conteúdos técnicos pudessem concorrer a fim da ajudar financiar suas iniciativas nas plataformas sem se render ao algorítimo?
A outra parte, faz o óbvio: um programa de curso de formação continuada presencial nos IFs.
Pelo menos teria mais claro o elemento da concorrência pública.
#educacaonaoformal #educacaoprofissionaltecnologica #TrabalhoEducativoPorPlataformas #bolhatech