Ao assistir à palestra sobre Educações Emancipadoras Sociodigitais, também baseado em tudo que discutimos em sala, entendi que inclusão digital não é só ter acesso à internet ou a um computador — é garantir que as pessoas saibam usar essas tecnologias de forma crítica, autônoma e significativa. Me lembrou uma citação de um texto que li da profa Bonilla, onde ela traz que não basta trocar a ferramenta, é preciso transformar as práticas. A tecnologia precisa ser uma ponte, não uma barreira.

