Ya está disponible la conversación con Luis Álvarez Falcón sobre estética y fenomenología de la experiencia. Muy interesante. No se la pierdan. Youtube https://youtu.be/uYlOkM3sL7M?is=KK09WTKZC0qKmWRs
Podcast iVoox https://go.ivoox.com/rf/170288257
#filosofia #filosofiaenabierto #fenomenologia #estetica #Husserl

#newissue

Che cosa esprime il #silenzio? Nella letteratura, nelle pratiche religiose, nell’esperienza estetica e in molti altri ambiti, il silenzio assume forme e significati diversi. Il nuovo numero tematico di #Lebenswelt esplora l’assenza di suono da una prospettiva fenomenologica e in differenti contesti, attingendo al lavoro di #Wittgenstein e #Nietzsche come di #Deleuze e #Guattari

⬇️ Disponibile in #openaccess: https://riviste.unimi.it/index.php/Lebenswelt/issue/view/2765?mtm_campaign=mastodon

#filosofia #fenomenologia
@cultura

Il fenomeno, al di là della simpatica ironia, mostra i limiti intrinseci dei sistemi di automazione chiamati LLMs. Parlare di "threat modeling" significa dare per scontato ciò che scontato non è, cioè che il sistema potrebbe funzionare meglio qualora si trovassero degli opportuni modelli di analisi dei prompt e di prevenzione degli output. Questi fenomeni invece ci sbattono in faccia chiaramente la prospettiva distorta sul linguaggio con la quale sono costruiti i LLMs. La comprensione del linguaggio implica sempre la pre-conprensione di tutta una serie di rimandi che l'esperienza di vita, in un mondo e con gli altri, accende tacitamente prima di arrivare alla parola. È questa pre-comprensione che permette di tradurre una frase da una lingua a un altra rimanendo fedeli a ciò su cui verte il discorso, non i vocabolari e nemmeno i motori inferenziali. Pensare di risolvere questo problema con un migliore "threat modeling" è come pensare di poter svuotare l'oceano con un secchiello. #ai #LLMs #linguaggio #fenomenologia https://www.wired.it/article/chatbot-dipartimento-della-salute-usa-alimenti-inserire-nel-retto/
Il reale delle/nelle immagini. Una fenomenologia dei media visuali

di Gioacchino Toni Emmanuel Alloa, Attraverso l’immagine. Una fenomenologia dei media visuali, Traduzione di Alessandro [...]

Carmilla on line

Ego – Bruno Caldeira e Gustavo Rizzotti

Assisti ontem no espaço cultural Laura Alvim.

Digo logo de cara que gostei muito! E que vou falar dela sem spoilers, certo?

O espetáculo comemora 30 anos da Cia.2 de Teatro, que tem uma longa jornada internacional e nacional. A supervisão é de Clarice Niskier.

Tudo que vi antes de ir era que a estética era queer, o tema transitava pela filosofia do EU passando por Lacan e Atenção Plena (mindfulness). Pode ser útil dar uma revisada em conceitos antes de ir, mas gostei de mergulhar plenamente a minha atenção na sequência de histórias contadas com uma estrutura narrativa que me remeteu ao teatro do Absurdo de Ionesco e à hiper realidade de Baudrillard. Faz sentido porque Lacan era contemporâneo do movimento.

Mas não é necessário conhecer essas coisas para assistir à peça! Pode ir sem medo! Só tenha em mente que é um pouco uma viagem entre consciente e inconsciente e, em vários momentos, ela nos convida não a entender, mas a experimentar ideias e sensações.

Tem essa ideia de que a consciência pode surgir de funções do cérebro (teoria neurobiológica e espaço global da consciência. Não vem ao caso) ou que devemos abordá-la de um jeito mais subjetivo, como o fenômeno que acontece quando percebemos que existe nós e algo mais… Fenomenologia é um treco cabeçudo e não resumi bem, mas pelo menos a gente não precisa dela para entender a peça, foi só mais uma das coisas que ela me lembrou.

O que importa é que um dois jeitos de vivenciar essa peça é justamente se entregando às sensações pensamentos subjetivos que ela nos desperta.

Ela tem histórias, não é uma criação nouvelle vague… ou talvez tenha influência… Mas acho que as histórias, umas perturbadoras, outras, arrependimentos do ator/autor (todas as histórias são reais e vividas por ele) são menos importantes que as experiências que elas nos provocam, entende?

Por falar em experiência, uma parte importante do espetáculo é a forma como ele é vocalizado, ora com oscilações intensas entre agudos e graves, ora como a voz mecânica que, pelo menos para mim, remeteu aos “incorporadores de inteligências alienígenas” que tem surgido há algum tempo (na cena em que o ator personifica um gato preto), ora com a suavidade e seriedade de quem senta conosco na intimidade da sala de estar para fazer confissões filosóficas e de vida.

O espetáculo me causou impressões tão fortes que fiz uma coisa que não fazia há muitos anos: levantei no meio da madrugada para fazer anotações no meu gerenciamento de conhecimento pessoal (faço no Obsidian). Deixa eu ver se esqueci alguma coisa, porque acordei e vim escrever sem consultar…

Ah! Mindfulness (vídeo meu em 2016)! Então… O programa destaca bastante a influência das ideias de Eckhart Tolle, autor de Uma Nova Consciência, que não li, mas é um pensador espiritualista que aborda a atenção plena (como traduzimos mindfulness no Brasil). E eu não vi conceitos de atenção plena na peça, o que não é, de forma alguma, uma crítica! Afinal a peça em si nos conduz muito bem a mais de uma hora de experiência de atenção plena enquanto imergimos nela. É perfeitamente possível que os conceitos estivessem lá outra forma e não notei porque a minha atenção não estava tanto nas camadas mais à tona da consciência.

A peça é repleta de referências à cultura pop (inclusive uma muito bem-vinda a uma roqueira brasileira que gosta de filosofia e uma música dela fecha o espetáculo), filosofia e ao teatro. São agrados para fãs dessas áreas, mas desnecessárias para entender e aproveitar o espetáculo.

Uma referência que, desconfio, é pura viagem minha: “We all float here…”. Se você assistiu e pensou a mesma coisa, não está só!

Concluindo…

A peça é maluca? Cara… É um pouco! Mas também é perfeitamente compreensível tanto para quem se interessa pelas áreas do conhecimento que lhe serviram de inspiração e de base, quanto para quem nunca ouviu falar nelas.

A gente precisa dar um pouco de maluquice tanto para a nossa mente consciente, quando para as camadas inconscientes, isso alimenta o nosso espírito!

A peça é pesada? Olha… Para mim não foi, mas foi para uma das amigas e entendo porque, afinal, passa por temas como suicídio e perversidade acidental (você vai entender quando assistir), mas um tom de leveza dado pela atuação e até de humor (a peça é classificada como humor por alguns, mas acho que ela merece não ser limitada por classificações) criam um certo distanciamento, como se estivéssemos vendo muitas histórias ao mesmo tempo, refletidas em fragmentos de espelhos quebrados (uma referência recorrente na peça e, coincidentemente, apelido desse site aqui: galeria de espelhos).

Foto: eu mesmo tirei antes de começar o espetáculo.

Frases tiradas dos links mais abaixo:

“Praticar o autoconhecimento é como olhar para um espelho que reflete não apenas a nossa aparência, mas também a nossa essência.”

“A peça Ego é uma imersão profunda em reflexões sobre nós mesmos e nossa essência. Com uma narrativa cativante e instigante, o público é convidado a mergulhar nas artimanhas do ego, que nos separam uns dos outros e nos distanciam de nossa verdadeira essência”, declara o diretor, Rizzotti.

“As reflexões levantadas durante o espetáculo são extremamente relevantes para o mundo contemporâneo, no qual muitas vezes nos sentimos desconectados e perdidos em meio às pressões e distrações do cotidiano”, explica o ator Bruno Caldeira.

“O ego pode ser um grande obstáculo para o autoconhecimento, porque muitas vezes, ele nos faz acreditar que precisamos ser perfeitos ou que não podemos demonstrar vulnerabilidade.” – Bruno Caldeiras

“Praticar o autoconhecimento é como olhar para um espelho que reflete não apenas a nossa aparência, mas também a nossa essência.” – Bruno Caldeiras

Links

Todos os artigos destacam que a peça é no formato de “teatro de depoimento”. Não entendi por que consideram isso tão importante, mas tô registrando aqui, né?

#Consciência #ego #Fenomenologia #Filosofia #Lacan #Pitty

"Potrebbe apparire paradossale un saggio dedicato alle immagini che inizia parlando di cecità. È quello che accade in Attraverso l’immagine. Una fenomenologia dei media visuali, il libro di Emmanuel Alloa da poco tradotto in italiano da Meltemi. Alloa, il cui cognome tradisce le origini italiane, insegna Estetica all’Università di Friburgo (Svizzera) ed è una delle voci più originali del dibattito attuale sulle immagini. Pubblica in francese e tedesco, oltre a essere già stato tradotto in inglese (libro presente incluso). Emmanuel, la cui amicizia mi onora da diversi anni, è a tutti gli effetti una figura “lotaringia”. È perciò con un piacere non solo amicale che saluto il primo libro italiano di questo autore."
#libri #letteratura #fenomenologia
https://www.fatamorganaweb.it/emmanuel-alloa-attraverso-l-immagine/
"Attraverso l'immagine. Fenomenologia dei media visuali" di Emmanuel Alloa – Fata Morgana Web

Torniamo alle immagini stesse! Un articolo di Dario Cecchi

Fata Morgana Web
Hace un tiempo leí a Mona Mona en su substack -https://philosophypublics.substack.com/ - una definición de #fenomenologia que me enganchó. La voy pegando traducida al español porque lo define de fábula:
Philosophy Publics | Mona Mona | Substack

Philosophy as a common good. Philosophy Publics is a fast-growing community for feminist existentialism, phenomenology, and critical theory. Writings, events, and mentorship. Click to read Philosophy Publics, by Mona Mona, a Substack publication with thousands of subscribers.

La cuestión de la #fenomenologia me atrae cada vez más. Encontré este Tecnophany que es oro puro y esta pequeña reseña habla de un libro que mira críticamente a la realidad de lo virtual. Ganas de meterle el diente al primer capítulo para entender mejor las miradas de Husserl, Heidegger, Merleau Ponty... vamos, la chavalada.

View of Book Review: The Phenomenology of Virtual Technology

https://technophany.philosophyandtechnology.network/article/view/18509/20733

View of Book Review: The Phenomenology of Virtual Technology

«...tutte le scienze della natura sono scienze di certe regioni di oggettività che nascono da operazioni spirituali (oggi diremmo, ma è esattamente lo stesso, da scritture e linguaggi e dispositivi e strumentazioni) senza di cui non ci sarebbe quell’oggettività e non ci sarebbe quel sapere che le è in qualche modo coestensiva e consustanziale. Una scienza che ignora questa “spiritualità in atto”, che sola rende possibile la sua scientificità, concludeva Husserl, è di fatto una scienza antiscientifica.»
#EugenioBorgna #fenomenologia #psicologia #scienza
https://www.fatamorganaweb.it/in-ricordo-di-eugenio-borgna/
"In ricordo di Eugenio Borgna"

Politica e poetica dell'umano. Un articolo di Federico Leoni

Fata Morgana Web

«[...] la terra è soprattutto solido appoggio e fondamento per qualsiasi movimento, sia esso il nostro o quello delle altre cose. Essa è l’appoggio universale, e perciò anche il prototipo di quanto è massa, corpo, materia, è “il corpo universale” di cui tutte le cose sono in un certo senso le componenti; ne è prova il fatto che esse non sono indipendenti, ma si formano e si estinguono. Questo aspetto della terra come portatrice e referente di ogni movimento e rapporto lascia poi trapelare il fatto che la terra è potenza. La potenza è più di una forza che si manifesta occasionalmente; la potenza è qualcosa che agisce senza sosta, esercitando il “dominio” su quello che è il suo regno. La terra domina sugli elementi e sulle cose, viventi e non. Nei viventi tale dominio si manifesta in ogni loro movimento; l'orizontale della terra domina nella verticale della vita.
Ma non è tutto: nell’ambito della vita, il dominio della terra è anche dominio sulla vita e sulla morte. Perché la terra non è soltanto terra-appoggio: oltre che portatrice essa è nutrice [...]
Tuttavia, la terra non è l’unico referente del movimento vitale, e non lo è in virtù della sua stessa essenza... Esiste un altro referente, nel cui caso la lontananza è insita nella sua sostanza, un referente impalpabile, impercettibile al tocco corporeo nonostante la sua presenza si manifesti in modo immediato. A tale referente appartiene tutto ciò che nella sostanza è intangibile: il cielo, la luce e il buio, le luci e i “corpi” celesti, tutto ciò che racchiude il nostro orizzonte senza chiuderlo, ciò che dà all’esteriorità la forma di un’interiorità da cui siamo costantemente circondati.
Come la terra è innanzitutto colei che ci dona ogni “dove”, il cielo è innanzitutto colui che ci dona il “quando” alternando la notte e il dì, la luce e il buio in tutti i loro cicli, avventi e transizioni. Al tempo stesso, è il cielo a donarci anche ogni chiarezza, ogni coscienza di ciò che è vicino, in rapporto sostanziale con ciò che è lontano: sotto la sua luce anche la terra si tinge di colori che rivelano le cose nella loro sostanza, non soltanto in vicinanza, ma anche in lontananza.»
---[Jan Patočka, Il mondo naturale e la fenomenologia (Mimesis), pag. 62-65]

#fenomenologia #montagna

[foto: Prati di Tivo, Abruzzo. Tornando a valle dopo una giornata di magnifiche scalate sulle pareti del versante nord del Corno Piccolo - Gran Sasso d'Italia]