Chris Donnelly e Will McTighe, ao estudar o algoritmo do LinkedIn com enfoque em aprimorar técnicas de marketing digital acabaram diagnosticando o problema da "Monocultura Digital".
Em 3 meses analisando posts, perceberam que o viés é privilegiar determinados formatos (carrosséis com história triste, estilo "no céu tem pão" do Didi Mocó).
O efeito prático foi que uma, suposta, rede social que deveria fomentar a diversidade de conhecimentos e a inteligência coletiva, virou uma mesmice de posts com cagação de regra.
O algoritmo incentiva a homogenização.
"O algoritmo do LinkedIn recompensa formatos de conteúdo muito específicos (como "carrosséis narrativos" com histórias pessoais) e métricas específicas (salvos e compartilhamentos). Isso cria um poderoso incentivo para que todos os criadores converjam para os mesmos padrões para obter alcance."
O padrão único de "sucesso" "filtra sistematicamente ideias dissonantes, formatos não convencionais e pensamentos complexos" fora do molde. O discurso profissional troca um "ecossistema intelectual diverso" por um "feed altamente otimizado e previsível", uma monocultura digital.
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