Estagnação e falta de sentido

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Estagnação e falta de sentido - Lemmy

Tô numa “fase” da vida que eu vão me vejo evoluir, parece que vivo o mesmo dia e cometo os mesmos erros repetidamente por anos, estou preso em um loop de angustia. Não sou religioso, então não acredito em pós morte, a vida que temos é um tempo limitado e e devemos fazer o melhor possível com ele, mas estou falhando nisso, parece que meu medo de tentar é menor que meu medo de desperdiçar minha vida, parece que tenho bloqueios metais que me impedem de tentar coisas que provavelmente vão me fazer sentir bem, que vão me fazer progredir ou ao menos me tirar desse poço de angustia e frustração que me encontro. Me preço durante índia em conteúdos passivos e sem importância, pois eles me oferecem uma distração desta merda de vida. Estou com dificuldades de encontrar motivação, quando a encontro, ela é extremamente volátil, nunca durando o suficiente para causar mudanças reais, somente gera mais uma instância de frustração. Não vejo sentido para a vida, sigo vivo pois me agarro a algumas esperanças, esperança de que um dia criarei conexões pessoais reais, que encontrarei um amor, mas tenho medo de ser mais uma ilusão, mais uma expectativa que será frustrada. E se o amor não for tão foda quando relatam, e se for como aquele filme que todos recomendam, e tais recomendações te enchem de interesse e expectativas,as quando você assiste, vê que é mais um clichê sem profundidade, e aquela esperança que tinha de ter um breve tempo de bom entretenimento é destruída quando este tempo é preenchido com frustração. E se quando eu encontrar o amor, ele não seja a salvação ou algo que me dê um tão necessário sentido pra vida, algo que torne minha existência pertinente. Marco consultas com psicólogos frequentemente em lapsos de motivação geralmente advindas de momentos de frustração, mas taus sentimentos criados por tal motivação nunca persiste até o dia da consulta, me fazendo desmarcar. É como se o bloqueio mental que mencionei me impedisse de fazer de pequenas a grandes atos que me fariam AIE da inércia, mas está inércia se tornou “confortável” o suficiente para me prender, como numa jaula invisível, na qual sempre dou de cara quando me movimento em direção ao progresso, até que em certo ponto simplesmente meu subconsciente desistiu de tentar alcançar a liberdade. Mesmo lapsos de motivação não me dão o poder de destruir essa jaula e me libertar, é comi se o máximo que eu conseguisse durante esses lapsos fosse correr em círculos dentro da jaula, enquanto tenho a falsa impressão de progresso, e quando tal momento encontra seu fim, me vejo preso no mesmo lugar.

Mãe enchendo o saco com concurso

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Li uma bula de remédio com textos com cara de feitos por ia

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Esqueci como é ser feliz

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Esqueci como é ser feliz - Lemmy

Há anos posso dizer com certeza que não sou feliz. Pior, não sequer me lembro como é tal sentimento, me parece algo irreal, algo inexistente que meu cérebro se convenceu de que um dia já existiu. Tô tentando fazer o básico, uma dieta saudável, exercícios, socialização(difícil pacas), e tenho esperança de que um dia experienciarei mais uma vez a tão aclamada felicidade.

Eu nunca sei oq publicar aq, pq minha vida não e realmente interessante pra ter algo q eu possa compartilha aq  

#desabafos #desabafosaleatórios

‘Casos de Família’ volta à programação do SBT, e tem data de estreia definida

O SBT anuncia a estreia do novo Casos de Família para a próxima segunda-feira, 28 de julho, às 14h45, marcando o retorno de um dos programas mais emblemáticos da emissora. A atração volta ao ar com histórias reais, emocionantes e, por vezes, pitorescas, contadas pelas próprias personagens de forma aberta, verdadeira e profundamente humana.

A apresentação segue com Christina Rocha, que traz sua marca única aos mais diversos temas, conduzindo cada caso com a intensidade que se tornou símbolo do programa. Ao seu lado, a psicóloga, mentora e escritora Anahy D’Amico também segue contribuindo com sua escuta sensível e olhar técnico.

Sob direção de Rafael Bello, o Casos de Família mantém sua essência como espelho da vida real: um espaço onde pessoas comuns compartilham conflitos familiares, dores e superações, tocando milhares de espectadores em todo o Brasil.

https://mauricioaraya.com/estreias/

Mais do que entretenimento com leveza e humor, o Casos de Família tem como proposta gerar identificação, provocar reflexão e inspirar mudanças, tratando de temas sérios e urgentes como saúde mental, abandono, violência doméstica, infidelidade, preconceito e desigualdade.

Ao longo dos anos, o programa promoveu reconciliações, reencontros e desabafos que marcaram gerações. Histórias que emocionam, provocam debates e dão visibilidade a vozes muitas vezes esquecidas, sempre com respeito, escuta e empatia.

Casos de Família é uma plataforma de conexão humana, onde o caos encontra sentido, as feridas ganham espaço para cura e cada relato pode acender uma faísca de transformação. Um lugar onde toda história importa. Toda voz merece ser ouvida.

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Não aguento mais ver notícias dos eua na nossa mídia!

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Não aguento mais ver notícias dos eua na nossa mídia! - Brasil

NÃO AGUENTO MAIS! Nossa mídia vem gradualmente se tornando cada vez mais um espelho dos eua, reportando tudo que acontece lá, como se fosse a coisa mais importante do mundo pra gente, e omitindo o que acontece por aqui ou pelo resto do mundo. Agora a maioria das notícias são ou de acontecimentos dos eua, ou notícias compradas/copiadas de jornais de lá (porque nem produzir mais jornalismo nacional estamos produzindo direito mais), ou “notícias” PATROCINADAS por empresas de lá. Sério, não aguento mais isso e ontem foi a gota d’água. Simplesmente toda a mídia se voltou à posse de trump com uma cobertura em tempo real de cada detalhe, de uma forma que nunca vi na cobertura de posse de um presidente nosso. Páginas e mais páginas, vídeos e mais vídeos, de algo que era só pra ser uma notícia em posição de destaque com um resumão e pronto. Isso é uma invasão cultural enorme e temo que pode gerar consequências graves pra gente. Os eua devem estar se desesperando porque estão perdendo o status econômico e então estão partindo pra fortalecer o domínio cultural sobre a gente.

#desabafos #sessaodaterca

As pessoas não querem entender computadores ou tecnologia. Na era dos cabeção 3270 e das telas pretas do DOS, tecnologia não era sexy, não era atrativa.

A pessoa quer se achar esperta demais por saber plotar um gráfico no Excel, mas não quer entender porque isso acontece