Estão abertas as inscrições para a residência artística "#Danças de matrizes #afrobrasileiras: confluências entre Minas e Bahia", que será realizada de 23 a 28 de março, na #Funarte MG, em Belo Horizonte. A convocatória prevê a seleção de 20 participantes para uma imersão de seis dias dedicada ao diálogo entre saberes afro-brasileiros e práticas contemporâneas em #dança.
https://www.revistaencontro.com.br/canal/atualidades/2026/03/funarte-mg-abre-inscricoes-para-residencia-de-dancas-afro-brasileiras.html
Funarte MG abre inscrições para residência de danças afro-brasileiras

Projeto seleciona 20 participantes para imersão artística que conecta saberes de Minas e da Bahia entre 23 e 28 de março

Estado de Minas

Prestes a completar 40 anos de atividade, o Cacuriá de Dona Teté anunciou, nesta quinta-feira, 13 de junho, no Casarão Laborarte, uma mudança de marca: agora, o grupo se chama Balaio de Rosas.

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Com composições ousadas e danças sensuais, o grupo foi criado em 1986 – com ajuda do Laboratório de Expressões Artísticas (Laborarte) -, por Almerice da Silva Santos, a Dona Teté – quando já tinha mais de 50 anos de idade -, popularizando, ao longo das temporadas juninas, o cacuriá, com raízes no tambor de crioula e no toque de caixa do Divino Espírito Santo. O sucesso do Cacuriá de Dona Teté rendeu a ela o título honorável de dama da cultura popular maranhense.

Dona Teté morreu em dezembro de 2011, mas o grupo manteve o legado de sua criadora.

“Temos uma trajetória de décadas promovendo e preservando essa manifestação cultural tão rica e importante para nossa São Luís, e para todo o Maranhão. (…) O inesquecível nome Cacuriá de Dona Teté entra para a história como símbolo cultural do Estado do Maranhão. (…) Com as bênçãos de Lera, do Jabuti, do Jacaré Poiô e do Mestre Quirino, anunciamos com muita alegria o Cacuriá Balaio de Rosas, mantendo a dinâmica, as brincadeiras, as trocas, as músicas, a mesma dança, porém reelaborado com um novo nome e identidade visual, dando protagonismo para as personagens envolvidas que se dedicam, diariamente, ao nosso grupo”

Rosa Reis

A cantora, compositora, caixeira do Divino e cacuriá e dançadeira de tambor de crioula Rosa Reis é uma das responsáveis por manter a tradição, e destacou, durante o lançamento da marca, a importância da liderança feminina já no Cacuriá de Dona Teté e, agora, no Balaio de Rosas; e explicou a origem do novo nome.

Cantora, compositora, caixeira do Divino e cacuriá e dançadeira de tambor de crioula Rosa Reis é uma das responsáveis por manter o legado e a tradição do Cacuriá de Dona Teté; agora, Balaio de Rosas (Foto: Acervo pessoal)

“O novo nome não é apenas uma nova identificação. Ele carrega consigo nossa história, nossa paixão pelo cacuriá e nosso compromisso com a cultura. (…) É preciso salientar que este é um grupo de cacuriá liderado por mulheres, em todas as dimensões. Mulheres que se permitem a reinvenção, o questionamento do que é ser feminino e do que é ser feminista. O nome traz as rosas como um símbolo além da beleza. Em sua diversidade de cor e em seu grande número de pétalas, representam a diversidade presente no grupo em gêneros, corpos, raças e sexualidade. As rosas também trazem os espinhos, que servem como símbolos das nossas lutas em sociedade. O Balaio traz o sentido de apreço à cultura popular e significa a arte feita a tantas mãos”, disse.

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Blog do Maurício Araya