Opção 2 (Foco no elogio internacional):
Conquista do dia: ser considerado "fofo" pela Kelly Galarza, ativista trans da Cidade do México.
Isso enquanto minha timeline também mostra o Rubinho Renk, de Formigueiro/RS.
Amo essa mistura de realidade local e afeto global que a comunidade proporciona.
#Afeto #Ativismo #CidadeDoMéxico

A Virá da Palhaçada leva riso e afeto a São Luís

Imagina aí um nariz vermelho, sapato grande e um coração imenso para lembrar que o riso ainda é um ato de resistência, afeto e transformação social. E a cidade se redescobrindo a partir do olhar do palhaço, convidando todos a ver beleza na simplicidade, coragem no erro e poesia no cotidiano. É com essa proposta que chega a 18ª edição de A Virá da Palhaçada, um evento anual que colore as ruas de São Luís com a arte da palhaçaria.

O projeto nasceu em 2007 e vem, a cada ano, transformando praças, feiras, escolas e espaços públicos da capital maranhense em verdadeiros picadeiros a céu aberto. Totalmente gratuito e acessível a todas as idades, o evento celebra o Dia do Palhaço (10 de dezembro) com uma programação rica que vai de apresentações circenses a oficinas práticas, rodas de conversa e vivências lúdicas.

Neste ano, as atividades começam nesta quinta-feira, 9 de outubro, com uma apresentação no Centro Beneficente Nossa Senhora da Glória, localizado no bairro Alemanha. A partir daí, a alegria itinerante seguirá espalhando sorrisos por diversos bairros da cidade até dezembro, passando por escolas, centros sociais e comunidades.

“A palhaçaria é entretenimento mas também uma forma de educação, de afeto, de presença. É arte que acolhe e transforma”, destaca Sandra Cordeiro, coordenadora geral do projeto.

Cultura Popular em Movimento neste mundo cada vez mais acelerado e digital, o Virá da Palhaçada é um encontro entre gerações, onde o riso é compartilhado com crianças, jovens, adultos e idosos. Além das apresentações, o projeto oferece oficinas e rodas de conversa que discutem o papel social da palhaçaria, sua relação com a educação e sua potência como ferramenta de inclusão e cidadania.

A realização é viabilizada com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do Edital nº 19/2024 – UGADC/Secma – Mais Festivais e Mostras, e é produzida pelos coletivos Pé de Palhaço Criações Artísticas e Pés de Fulô. O apoio institucional valoriza o papel da cultura como direito e reforça a importância da palhaçaria como linguagem inclusiva e profundamente enraizada na tradição popular brasileira.

Seja para rir, aprender, ou simplesmente se encantar, acompanhe e participe da Virá da Palhaçada.

#AViráDaPalhaçada #afeto #arteDeRua #cidadania #culturaPopular #inclusão #LeiPauloGustavo #oficinas #palhaçaria #PéDePalhaçoCriaçõesArtísticas #PésDeFulô #riso #rodasDeConversa #SandraCordeiro #SãoLuís #transformaçãoSocial

Mônica Salmaso estreia turnê ‘Minha Casa’ em São Luís

São Luís ganha nesta semana um lugar especial no mapa da música brasileira. Dias depois do lançamento do álbum ao vivo Minha Casa nas plataformas digitais, a capital maranhense será a primeira cidade do país a assistir ao espetáculo em sua nova fase. O encontro com Mônica Salmaso ocorre neste sábado, 6 de setembro, às 20h, no Teatro Arthur Azevedo, palco histórico que promete receber uma noite de afetos, brasilidade e emoção.

Uma coincidência rara coloca o público maranhense no centro de uma experiência quase simultânea: ouvir o disco recém-lançado no fone de ouvido e, poucos dias depois, sentir cada acorde e cada nota ao vivo. A turnê Minha Casa, que percorre o país desde setembro de 2023, chega agora a São Luís em um momento que une novidade, exclusividade e celebração da música.

O espetáculo que virou disco

Gravado em outubro de 2024, no Sesc Palladium em Belo Horizonte, o álbum Minha Casa reúne 20 faixas que nasceram diretamente da energia do palco. Desde a estreia em setembro de 2023, o show percorreu o país com casas lotadas e se transformou em um dos momentos mais marcantes da carreira de Mônica Salmaso. Agora, em versão registrada, o público pode escutar antes de vivenciar, e os maranhenses terão essa experiência de forma quase simultânea: ouvir no streaming e, dias depois, assistir ao vivo.

Este show fala do meu amor pela vida, pela arte e pelo Brasil. A minha casa. A nossa casa

Afetos que se transformam em música

O repertório equilibra canções inéditas na voz da cantora, como Vou na Vida (Swami Jr./Virgínia Rosa) e Noite Severina (Lula Queiroga/Pedro Luis), com clássicos revisitados, entre eles Valsinha (Chico Buarque/Vinícius de Moraes) e Menina amanhã de manhã (Tom Zé/Perna).

https://open.spotify.com/intl-pt/album/5lghZeBMkC6Iq13XIscWHQ?si=ZjffbUXEQA6Hh3b6c-ag4Q

A concepção de Minha Casa guarda um elo com a série Ô de Casas, criada durante a pandemia, que reuniu 175 duetos virtuais e construiu uma rede de afetos e pertencimento. Parte desse repertório migrou para o palco, tornando o show uma celebração da vida, da brasilidade e da resistência cultural.

https://mauricioaraya.com/2025/08/16/monica-salmaso-traz-turne-minha-casa-a-sao-luis/

Minha Casa é meu norte, identidade dos afetos, o Brasil pulsante, a força da criatividade e da resistência”, destaca a artista.

Força coletiva em cena

A direção musical é dividida entre Mônica e Teco Cardoso, que também assume sax e flautas. No palco, ela é acompanhada por Tiago Costa (piano e arranjos), Neymar Dias (viola caipira e contrabaixo), Lulinha Alencar (acordeon), Ari Colares (percussão) e Ricardo Mosca (bateria). Um time de mestres que dá corpo e textura à voz singular de Mônica.

Uma noite especial para São Luís

Com o Teatro Arthur Azevedo como cenário, São Luís viverá a rara experiência de ser a primeira cidade a assistir ao show Minha Casa logo após a estreia do álbum. Será uma noite de encontros: do disco recém-lançado com a vibração do palco, da delicadeza com a potência, da artista com um público que também faz dessa apresentação a sua própria casa.

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Padre Júlio Lancellotti é uma pessoa inteligente, altruista, forte e realmente é digno de admiração. #religião #politica #consciencia #afeto #respeito #gratidão #fome #consciênciapolítica #ong #agua #papafrancisco
Bluesky

Bluesky Social

O Grito Silenciado: Martin Luther King, Teologia Negra e o Incômodo dos Evangélicos com a Questão Racial

Por: Júlio César Medeiros

A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar.” A frase de Martin Luther King ecoa como um trovão na alma da fé cristã contemporânea. No entanto, em muitos púlpitos, ela soa mais como interferência incômoda do que como profecia. E a pergunta inevitável é: por que tantos evangélicos ainda se afastam das questões raciais, quando o Evangelho que professam foi encarnado num corpo racializado, torturado e ressuscitado para a libertação de todos?

Quando a Fé se Esconde do Espelho

Há um silêncio que grita nos corredores da fé evangélica brasileira. É o silêncio diante do racismo. Não porque o tema seja desconhecido, mas porque ele incomoda. Expõe feridas que muitos preferem maquiar com versículos fora de contexto e com uma espiritualidade que se esquiva da carne, da cor e da dor.

Martin Luther King Jr., pastor batista e símbolo da luta por direitos civis nos EUA, foi — e ainda é — um paradoxo vivo para parte da igreja: ao mesmo tempo que inspira sermões sobre amor e paz, é cuidadosamente despolitizado, despojado de sua militância antirracista, de sua Teologia Negra profunda, que via o Cristo crucificado como o irmão dos pobres, dos oprimidos e dos negros linchados pelos galhos da segregação.

Não há neutralidade no Reino de Deus. Há tronos a serem derrubados, cadeias a serem rompidas, e, sim, privilégios a serem confrontados. Mas isso exige coragem. E coragem exige amor — amor real, que se importa com o outro, com o corpo do outro, com a pele do outro, com a dor do outro.

Teologia Negra: uma chama ainda acesa

A Teologia Negra nasce no coração da escravidão e floresce entre as cinzas da segregação. Ela não é uma “versão racial” da fé. É, antes, a redescoberta da fé que sempre foi corpo e espírito, mas que, na modernidade ocidental, foi sequestrada pelo racionalismo, pelo eurocentrismo e por uma escatologia de fuga.

James Cone, o pai da Teologia Negra, dizia: “Jesus é negro”. E não se referia apenas à cor da pele, mas à solidariedade radical do Cristo com os crucificados da história. Para Cone, o Deus que se revelou em Jesus se revela hoje na luta contra o racismo, contra a opressão, contra a estrutura que marginaliza e invisibiliza os filhos de Deus por sua cor.

Martin Luther King encarnou essa teologia nas ruas, com os pés descalços da resistência. Mas por que a maioria dos evangélicos brasileiros ainda mantém distância dessa tradição?

O Incômodo da Verdade

O afastamento dos evangélicos das questões raciais não é acidental. É estrutural. Muitos preferem uma fé “acolhedora” que, na prática, acolhe apenas quem não incomoda. Preferem um Jesus que cura almas, mas não denuncia sistemas. Um Jesus que perdoa pecados, mas não questiona poderes. Um Jesus europeu, de olhos azuis e coração neoliberal.

Mas o verdadeiro Cristo não se encaixa nessas molduras. Ele chora com as mães negras que perdem seus filhos para a violência policial. Ele se levanta contra os Herodes modernos. Ele sofre na carne da juventude negra morta, encarcerada ou silenciada. E ele nos chama a fazer o mesmo — ou a sermos cúmplices.

A fé que não toca as feridas do racismo é uma fé desencarnada. Um Cristo sem cor, sem contexto e, por fim, sem cruz. E talvez por isso muitos evangélicos resistam tanto à pauta racial: porque ela exige conversão. E não apenas de alma, mas de atitude, de mentalidade, de estruturas.

Uma Teologia do Afeto

Essas reflexões não nasceram de uma tese apenas. Nasceram da vida. Nasceram do contato com corpos apagados da história, com histórias escondidas em cemitérios e arquivos, com rostos que clamam por memória, justiça e reconhecimento. Nasceram de lágrimas oradas e orações choradas.

Foi desse lugar que escrevi o livro Afeto: A Arte de Encontrar Deus no Outro. Um convite à teologia que toca, que cura, que se compromete com o cuidado. Um chamado para reencontrarmos o Cristo no rosto do irmão invisível.

Porque, no fim, a fé que não abraça o outro — todo outro — não é fé: é ideologia disfarçada de religião.

Se o tema deste texto falou ao seu coração e despertou inquietações que você não quer mais silenciar, conheça o livro Afeto: A Arte de Encontrar Deus no Outro. Talvez ele seja o início de um novo caminho.

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26 likes, 1 comments - julio.cesar_medeiros on March 19, 2025: "E com alegria que quero compartilhar com vocês o meu novo livro: Afeto, a arte de encontrar Deus no outro, já na Amazon https://www.amazon.com.br/AFETO-arte-encontrar-Deus-outro-ebook/dp/B0DZQ3YVSV".

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Afeto: A Chave para a Cura Emocional

Em um mundo marcado pelo individualismo, pelo distanciamento emocional e pela fragmentação das relações humanas, o afeto surge como uma força resta

Olhando para a vida e o ministério de Jesus, vemos que o amor e a compaixão nunca foram conceitos abstratos, mas atitudes concretas que transformaram realidades . Ele não apenas falou sobre amor, Ele tocava , ouvia , olhou nos olhos , restaurava laços rompidos e restituía a dignidade daqueles que haviam sido excluídos . Sua prática era afetiva , e esse afeto não apenas curava corações, mas também desafiava estruturas de exclusão.

A história do endemoniado gadareno (Lucas 8:27-36) é um exemplo poderoso disso. Aquele homem, possuído por uma legião de demônios, vivia isolada, desumanizada e tratada como um espetáculo de horror pela sociedade . No entanto, Jesus não apenas libertou aquele homem espiritualmente, mas **lhe devolveu a dignidade e a dignidadeEle devolveu a dignidade e se inseriu novamente na vida comunitária , restaurando sua e propósito. Esse é o impacto do afeto verdadeiro: **ele não apenas aele não apenas alivia o sofrimento momentâneo, mas cria caminhos para a restauração completa .

Essa mesma lógica se aplica ao nosso mundo atual.
Vivemos tempos de adoecimento emocional, onde o estresse, a ansiedade e a solidão são cada vez mais comuns. No entanto, ao invés de um abraço acolhedor, encontramos muros erguidos entre as pessoas. As redes sociais nos conectamos virtualmente, mas muitas vezes nos isolamos emocionalmente. Como podemos, então, restaurar a essência do que significa ser humano?

O caminho proposto por Jesus ainda é o mais eficaz: praticar o afeto como forma de cura e transformação. Isso significa reconhecer a importância do amor e da compaixão em nossas vidas diárias, cultivando relacionamentos saudáveis e empáticos. O afeto não apenas nos conecta uns aos outros, mas também tem o poder de sarar feridas emocionais, proporcionando um refúgio seguro em tempos de dificuldade. Ao expressar carinho genuíno, podemos não somente transformar nossas próprias vidas, mas também influenciar positivamente aqueles ao nosso redor, criando um ambiente onde todos se sentem valorizados e compreendidos.

É sobre essa necessidade que trato no livro “Afeto: A Arte de Encontrar Deus no Outro” . Nele, explore como a prática docomo a prática do afeto é um chamado tanto para a fé quanto para a sociedade , e como podemos resgatar essa dimensão essencial da nossa humanidade.

Se você deseja compreender melhor como o afeto pode transformar sua vida, suas relações e sua fé , convença você a mergulhar nessa reflexão e descobrir o impacto dessa verdade poderosa

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Porque o afeto cura – e você vai ver.

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