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Vozes da Baixada: história e memória em diálogo
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A partir desta quinta-feira, 16 de outubro, será realizada a segunda edição do curso de extensão Diálogos Baixadeiros – Baixada do Maranhão: Ditos e Escritos. Atividade de extensão do curso de História da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), o projeto iniciará uma série de 15 encontros, distribuídos entre seminários (3) e rodas de conversa (12), entre outubro de 2025 e janeiro de 2026.
Com carga horária de 60h, o curso conta sempre com convidados especiais, como autoras e autores oriundos ou estudiosos da Baixada do Maranhão, que apresentam temáticas regionais de suas escolhas e trocam com o público presente diversos olhares, percepções, vivências e memórias sobre a região – a entrada é gratuita e aberta a todos os públicos.
Sob organização do professores Manoel de Jesus Barros Martins, do curso de História da UFMA, e Raimundo Inácio Souza Araújo, do Colun e do ProfHistória, o evento conta com o apoio da coordenação do curso de História, do Centro de Ciências Humanas (CCH), do Colun, o Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIS), do ProfHistória e da Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), campus do Bacanga/UFMA.
Baixada Maranhense em foco: curso de extensão Diálogos Baixadeiros retorna em edição especial nesta quinta-feira, 16 de outubro; nova etapa do projeto será realizada ao longo de 15 encontros, com ações diversas, como seminários e rodas de conversaLogo na estreia, nesta quinta, a partir das 14h, como parte integrante do curso, será realizado o I Seminário Baixada do Maranhão: Arqueologia, Memória e História – organizador do projeto, o professor Dr. Manoel de Jesus será o mestre de cerimônia.
Entre os palestrantes convidados são: o professor doutor Arkley Marques Bandeira (Bacabal), que falará sobre Inventário Cultural de Saberes e Fazeres na Baixada Maranhense, às 14h30; o professor doutor José de Ribamar Mendes Bezerra (São Luís), que debaterá sobre O falar na Baixada Maranhense, às 15h30; e o professor doutor Raimundo Inácio de Souza Araújo (Pinheiro), que apresentará o tema Pajelança e Discurso Médico na Baixada do Maranhão: o caso de Pinheiro, às 16h30.
Para fins de certificação, as inscrições para participação no curso podem ser feitas até o dia 19 de outubro, pela internet.
O I Seminário Baixada do Maranhão: Arqueologia, Memória e História será realizado no Auditório da Superintendência de Tecnologia da Informação da UFMA, ao lado da Caixa Econômica, no campus do Bacanga, das 14h às 17h.
As edições dos Diálogos Baixadeiros – Baixada do Maranhão: Ditos e Escritos são gravadas e disponibilizadas no YouTube.
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Destaque em ‘DNA do Crime’, na Netflix, Tássia Dhur é homenageada no 48º Festival Guarnicê de Cinema
Destaque em ‘DNA do Crime’, na Netflix, Tássia Dhur é homenageada no 48º Festival Guarnicê de Cinema
A atriz, diretora e roteirista maranhense Tássia Dhur vive um grande momento da sua carreira em 2025: é um dos destaques da segunda temporada da elogiada série DNA do Crime, do serviço de streaming Netflix – produção ficou no Top 10 das mais vistas no Brasil e no mundo. E no próximo dia 30 de julho, a atriz será uma das homenageadas do 48º Festival Guarnicê de Cinema, o mais longevo do Norte e Nordeste e um dos mais antigos do Brasil.
https://www.youtube.com/watch?v=AiHksq7N47s
O anúncio da homenagem à atriz foi feito durante a cerimônia de lançamento da programação do festival, realizada no Cinépolis do São Luís Shopping, na capital maranhense.
O que há de novo?
Destaque em ‘DNA do Crime’, na Netflix, Tássia Dhur é homenageada no 48º Festival Guarnicê de Cinema
Homenagem à atriz maranhense ocorre na abertura do festival, em 30 de julho, no auditório Terezinha Jansen do Multicenter Sebrae, em São Luís
Além da artista, outros grandes nomes do audiovisual também serão referenciados, como o ator e diretor Silvero Pereira e o cineasta Cacá Diegues, um dos expoentes do Cinema Novo, receberá uma homenagem póstuma, com uma mostra especial na programação on-line do evento.
Vivemos um grande momento do cinema brasileiro. Não somente com boas produções como sempre tivemos, mas com o público nacional e internacional olhando cada vez mais para as nossas produções, como com Ainda Estou Aqui no Oscar e Agente Secreto em Cannes. É um público que também tem acompanhado cada vez mais o que é destaque nos festivais brasileiros e o Guarnicê de Cinema é parte essencial dessa história, ao destacar o cinema e os profissionais maranhenses como parte importante dessa jornada. Saber que vou ser homenageada nesta edição do festival tem sido uma alegria imensa
Tássia Dhur
Para a artista, a homenagem celebra o grande momento da sua atual fase artística, que comemora o sucesso nacional (e internacional) da personagem Luana na série DNA do Crime – a produção atingiu o 1º lugar entre as mais assistidas do Brasil e o top 10 ao redor do mundo -, além de integrar o elenco do longa-metragem Serra das Almas, também da Netflix.
Estou muito emocionada com a lembrança e o reconhecimento pelo [Festival] Guarnicê, pois é um festival com impacto e legado enormes, com alcance em todos os cantos do mundo. O que fortalece a cena audiovisual maranhense, coloca em conexão os trabalhos que fiz e faço com outros profissionais e evidencia trabalhos incríveis
Outro destaque na carreira da maranhense foi a criação, em 2019, da sua própria produtora audiovisual: a Jaguatirica Filmes, que lançará, ainda este ano, seu terceiro curta-metragem, intitulado Mercado Central. Com o projeto, Tássia Dhur investe no fomento da cena audiovisual no Maranhão, com foco em narrativas autorais e no universo fantástico.
Tássia Dhur
Natural de São Luís, Tássia Dhur vem se consolidando como uma grande voz da nova geração do audiovisual brasileiro. Antes de conquistar as telas, a atriz viveu quatro anos em Recife e, em seguida, mudou-se para São Paulo, onde estudou teatro e atuou sob a direção de nomes como Rodolfo Garcia Vázquez, Cynthia Falabella, Marcelo Flecha e outros.
Atriz maranhense Tássia Dhur (Foto: Chico Cerchiaro, cortesia)Além das séries já citadas, integrou o elenco do espetáculo Ensaio sobre a Memória, da Ocupação Pequena Companhia de Teatro (MA), apresentado no CCBB, no Rio de Janeiro, com montagem inspirada no conto A Outra Morte, do escritor argentino Jorge Luis Borges.
No cinema, conquistou espaço ao interpretar Júlia no longa Anna (2019), de Heitor Dhalia, e conquistou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival Guarnicê com sua entrega como Rita Hellpulsa, no filme De Repente Drag.
Em seu primeiro curta-metragem, intitulado Diana, que escreveu, dirigiu e protagonizou, recebeu o prêmio de Melhor Atriz e Melhor Direção no Festival Maranhão na Tela, além do reconhecimento no South Film and Arts Academy Festival, no Chile. A trajetória de sucesso seguiu a todo vapor também em seu segundo curta, chamado Desejo, que ganhou os prêmios de Melhor Atriz, Melhor Ator e Melhor Diretor(a) no Maranhão Na Tela 2023.
Já na TV, um destaque recente na carreira é a série Aqueles Dias, produção da TV Cultura em que Tássia Dur vive uma das protagonistas e interpreta a artista Anita Malfatti, em uma narrativa que revisita as origens do Modernismo no Brasil. A atriz integrou, também, o elenco da série Feras, dirigida por Teo Poppovic para o Globoplay.
48º Festival Guarnicê de Cinema
Realizado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por meio da Pró-reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) e da Diretoria de Assuntos Culturais (DAC), o 48º Festival Guarnicê de Cinema será realizado entre os dias 30 de julho e 6 de agosto, em formato híbrido (presencial e virtual), totalmente gratuito e aberto ao público.
https://mauricioaraya.com/agenda/
A homenagem à atriz Tássia Dhur ocorrerá na cerimônia de abertura do festival, que será no auditório Terezinha Jansen do Multicenter Sebrae, no bairro Cohafuma, em São Luís. Ao todo, serão exibidas cerca de 230 produções, entre curtas e longas.
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‘O Pescador: a cidade e um corpo que narra’: performance em vídeo marca diálogo entre arte e cultura maranhense
A performance em vídeo O Pescador: a cidade e um corpo que narra estreia em ambiente virtual, trazendo ao público uma experiência artística que explora o diálogo entre o corpo, máscaras e o espaço urbano de São Luís.
https://www.youtube.com/watch?v=afRBSk49eak
O projeto se entrelaça com as práticas artísticas do renomado mímico maranhense Gilson César, utilizando mímica e máscaras para revelar figuras e expressões populares da cultura local.
Com roteiro e direção de Jéssica Bellini e Gilson César, a produção é um convite para revisitar a história e a cultura de São Luís por meio de uma narrativa visual que destaca a interação entre o corpo do artista e os espaços urbanos da cidade.
O Pescador: a cidade e um corpo que narraAlém da estreia, o projeto realizou uma oficina sobre técnicas de mímica e o uso de máscaras com alunos do curso de licenciatura em teatro da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). A atividade formativa destacou os processos criativos da performance, e proporcionou uma imersão prática no universo da mímica alinhada ao uso de máscaras.
Fomentado pela Prefeitura de São Luís por meio do Edital de Chamamento Público nº 9/2023 – PMSL/Secult: Audiovisual (Lei Paulo Gustavo), o projeto reforça o compromisso com a valorização da cultura maranhense e a democratização do acesso às artes.
O Pescador: a cidade e um corpo que narra
Roteiro e Direção: Jéssica Bellini e Gilson César
Caracterização: Jéssica Bellini
Máscaras: Jéssica Bellini e Gilson César
Sonoplastia: Isaías Alves
Direção de Arte e Edição: Enderson Duarte
Produção: Pé de Palhaço Criações Artísticas
Realização: Prefeitura de São Luís
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