#FischBöttcher -Tag, aber ohne #TWW #Aquaristik also, meine Fische haben heute nicht fasten müssen.

#Abendessen #PortugiesischeKüche #CozinhaPortuguesa #CozinhaMadeirense
Bife de #atum com molho de #coentros
(Thunfischsteak mit Koriandersoße), dazu weißer Mais #Milho u. Saisongemüse (Poree, Rosenkohl, weißer Spargel u. Pilz leicht gebraten).
Die frittierten Maiswürfel #MolhoFrito - auf Madeira üblich - sind uns zu schwer. #CozinhaMadeirense
Danach #Galão inkl.Zimtsterne aus Weihnachten '25.

Luta indígena no Pará barra a privatização de rios da Amazônia

Na última segunda-feira (23), o Decreto 12.600/2025, que autorizava a criação de hidrovias nos rios Tapajós, Madeira e Tocantins, abrindo caminho para a privatização dos rios da Amazônia, foi revog…

Organização Comunista Internacionalista (Esquerda Marxista)
Conab eleva estimativa de produção de soja e milho para safra 2025/26: A safra de grãos 2025/26 é estimada em 353,37 milhões de toneladas, 0,3% maior que no ano anterior https://www.cnnbrasil.com.br/agro/conab-eleva-estimativa-de-producao-de-soja-e-milho-para-safra-2025-26/ #Soja #Milho
Baixa do milho no início de 2026 impulsiona relação de troca para o pecuarista; entenda: Segundo especialista, o cenário atual para a compra de milho representa um verdadeiro “cavalo arreado” que não pode ser ignorado https://www.canalrural.com.br/pecuaria/baixa-do-milho-no-inicio-de-2026-impulsiona-relacao-de-troca-para-o-pecuarista-entenda/ #milho #pecuária

Intoxicações por agrotóxicos crescem 545% em área de soja e milho no Pará

https://fed.brid.gy/r/https://infoamazonia.org/2025/12/08/intoxicacoes-agrotoxicos-planalto-santareno-soja-milho-para/

Diferente do milho convencional, milho crioulo possui variações nutricionais e de sabor

Domesticado pela humanidade há milhares de anos, é possível encontrar múltiplas variedades de milho, com tamanhos, cores e formatos diferentes

Jornal da USP

Outubro terá calor acima da média e chuvas irregulares

A previsão climática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apresenta grande variabilidade em relação à chuva no Brasil durante o mês de outubro. Em grande parte da região Sudeste, as estimativas indicam chuva acima da média. De outro modo, em diferentes áreas das regiões Centro-Oeste, Norte e Sul, são previstos volumes abaixo da média.

Resumo

Sudeste terá chuvas acima da média, beneficiando café e cana;

Centro-Oeste e Sul enfrentam estiagem em áreas críticas, com impacto nas lavouras;

Temperaturas acima da média predominam no país, elevando risco de déficit hídrico.

Em relação à região Norte, são previstos volumes de chuva de até 50 mm abaixo da média histórica na maior parte do Pará, centro de Tocantins, e nas porções centro-leste e noroeste do Amazonas. Por outro lado, são previstos volumes acima da média histórica em todo o Amapá, extremo norte do Pará, oeste do Acre, norte de Rondônia, bem como na região de fronteira entre o Amazonas, Peru e Colômbia. Nas demais áreas da região, o prognóstico indica valores próximos à média climatológica de outubro.

Arte: Inmet

Para a região Nordeste, prevalece a previsão de valores em torno da média histórica em praticamente todos os Estados. Porém, em áreas do norte da Bahia, além do sul do Maranhão e do Piauí, podem ocorrer chuvas acima da média.

Em relação à região Centro-Oeste, são previstos volumes de chuva abaixo da média em grande parte do Mato Grosso, noroeste de Goiás e Distrito Federal. De outro modo, prevê-se chuva acima da média em áreas do oeste e extremo sul do Mato Grosso, bem como no centro-leste do Mato Grosso do Sul

Para a região Sudeste são previstos volumes acima da média em grande parte de Minas Gerais, porções oeste e sudeste de São Paulo e em praticamente todo o estado do Rio de Janeiro. No restante da região, prevê-se chuva próxima à média climatológica.

Para a região Sul, são previstos acumulados de chuva acima da média histórica em grande parte do Paraná e em áreas do norte e oeste de Santa Catarina. Em contrapartida, prevê-se chuva abaixo da média em todo o Rio Grande do Sul, com volumes de até 75 mm abaixo da média climatológica na área de fronteira entre as mesorregiões do Sudoeste, Noroeste e Centro-Ocidental Rio-Grandense.

Temperaturas nas alturas

A previsão indica que as temperaturas devem ficar acima da média em grande parte do país. Para a região Norte são previstas temperaturas de até 1,5°C acima da média, especialmente no sudeste do Pará e Tocantins, onde as temperaturas podem variar entre 27°C e 32°C.

Arte: Inmet

Na região Nordeste, a previsão é de temperaturas acima da média em todos os estados, principalmente no oeste da Bahia, além do sul do Maranhão e do Piauí, onde os valores podem ultrapassar os 28°C. Mesmo em áreas próximas ao litoral, as temperaturas devem ser elevadas, oscilando entre 26°C e 28°C

Na região Centro-Oeste, devem prevalecer temperaturas médias acima da climatologia do mês, com maiores elevações no norte e leste do Mato Grosso, assim como na porção oeste do Mato Grosso do Sul, onde os valores podem superar os 28°C.

Para a região Sudeste, esperam-se temperaturas médias acima de 22°C, principalmente em áreas do leste de São Paulo e na divisa com Minas Gerais, além do centro-sul do Rio de Janeiro. Temperaturas mais elevadas são previstas para a parte centro-oeste dos estados de Minas Gerais e São Paulo, com valores que podem ultrapassar os 25°C.

Na região Sul, prevê-se temperaturas abaixo da média na região central do Rio Grande do Sul, com valores inferiores a 20°C. No norte e leste do Paraná, devem predominar temperaturas acima da média, com elevações de até 1°C e valores que podem ultrapassar os 24°C. As demais áreas tendem a permanecer próximas da média.

Impactos nas culturas agrícolas

Na região Norte, o prognóstico climático do Inmet para outubro de 2025 indica elevação das temperaturas do ar em grande parte do território, com totais de chuva abaixo da normalidade no sudoeste do Pará, oeste e norte do Amazonas e parte central do Tocantins. Nessas condições, os maiores impactos recaem sobre as culturas permanentes, como cacau, açaí e fruticultura tropical. O déficit hídrico pode reduzir a frutificação e o peso dos frutos, além de comprometer a qualidade do cacau. Por outro lado, no Amapá, no sudoeste e norte do Amazonas, no norte do Pará e em Rondônia, os totais de chuva acima da média indicam melhores condições hídricas para o desenvolvimento das culturas agrícolas e das pastagens.

Na região Nordeste, a previsão de chuvas próximas da média, associadas a temperaturas acima do normal na maior parte do território, tende a beneficiar as lavouras de feijão e milho em fase de enchimento de grãos, assegurando o suprimento hídrico necessário para o bom desenvolvimento das culturas. No entanto, as temperaturas mais elevadas aumentam a evapotranspiração, o que requer uma maior atenção ao manejo da irrigação e pode representar risco de déficit hídrico em lavouras de sequeiro em áreas mais vulneráveis.

Na região Centro-Oeste, a previsão de chuvas próximas à média e temperaturas acima da média em algumas áreas, tende a favorecer as atividades de colheita do milho segunda safra e do algodão, reduzindo os riscos de perdas por excesso de chuvas e contribuindo para a boa qualidade da colheita. Entretanto, em grande parte do Mato Grosso, norte de Goiás e Distrito Federal, onde os volumes de chuva devem ficar entre 10 mm e 50 mm abaixo da média, aumenta o risco de restrição hídrica, especialmente para áreas em início de implantação dos cultivos de verão. Nessas condições, a combinação de temperaturas mais elevadas e menor disponibilidade de hídrica no solo pode comprometer a germinação e a emergência das plantas, além de demandar maior atenção ao manejo da irrigação em áreas irrigadas.

Na região Sudeste, a previsão de chuvas dentro ou acima da média tende a beneficiar o desenvolvimento das lavouras, especialmente aquelas em fase de crescimento vegetativo. Essa condição contribui para a adequada disponibilidade hídrica do solo, o que é fundamental para culturas como café e cana-de-açúcar. O retorno das chuvas pode recuperar os níveis de umidade no solo, favorecendo o início do plantio dos cultivos de verão.

Na região Sul, a previsão de chuvas abaixo da média no Rio Grande do Sul, associadas à redução das temperaturas em algumas áreas, tende a favorecer o desenvolvimento das culturas de inverno, como trigo, aveia, cevada e canola, uma vez que a menor umidade reduz a incidência de doenças fúngicas, enquanto as temperaturas mais amenas contribuem para o alongamento do ciclo e melhor formação dos grãos. Entretanto, chuvas próximas e acima da média nos estados de Santa Catarina e Paraná, podem beneficiar a semeadura da soja, elevando a umidade do solo e favorecendo a germinação da oleaginosa.

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Tegram bate recorde, e anuncia nova expansão no Itaqui

O Consórcio Tegram-Itaqui celebra que, em agosto, o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) teve recorde de movimentação de grãos, considerando toda a sua trajetória de 10 anos de operação no Porto do Itaqui, em São Luís. No período, o terminal contabilizou o embarque de 26 navios, carregados com 1,75 milhão de toneladas de soja e milho para abastecer alguns dos principais mercados do agronegócio brasileiro; além desses grãos, o terminal também movimenta farelo de soja.

No acumulado do ano, o terminal vem mantendo um excelente desempenho, com embarque 148 navios com carregamento de 10 milhões de toneladas de grãos, sendo 9,23 milhões de toneladas de soja e 644,61 mil toneladas de milho. Para o consórcio, esse resultado operacional recorde representa um crescimento de 7% em relação a igual período do ano anterior e reforça a posição consolidada do Tegram como principal hub logístico do agronegócio na região do Arco Norte brasileiro.

Com uma infraestrutura robusta, esse movimento mostra ainda que o Tegram está preparado para operar na perspectiva de supersafra que está se desenhando para o país nesse ano. Com isso, atua com papel fundamental para escoamento da produção agrícola da sua região de abrangência, especialmente os Estados do Maranhão, Piauí e Tocantins e áreas do Nordeste de Mato Grosso e da Bahia. Nesse ano, inclusive, o terminal projeta alcançar o mesmo volume recorde movimentado em 2023, quando registrou embarque de mais de 15 milhões de toneladas de grãos.

Integração logística e industrial que segue em ritmo de expansão

Ao operar há 10 anos em uma área geograficamente estratégica, que produz ganhos em eficiência à medida que está mais próxima dos mercados compradores da safra brasileira, o Tegram investiu forte em uma infraestrutura moderna e eficiente, que ajudou a reduzir custos logísticos e a ampliar o acesso aos mercados internacionais. Tudo isso também trouxe como consequência positiva um impulso a toda cadeia produtiva do agronegócio.

A infraestrutura do Tegram foi planejada para garantir uma operação eficiente e conectada com os principais modais logísticos do país. O terminal possui quatro armazéns com capacidade estática de 500 mil toneladas de grãos e moegas rodoviárias com capacidade para receber, juntos, mais de 900 caminhões por dia e duas moegas ferroviárias com capacidade para descarregar quatro vagões simultaneamente cada uma (total de oito vagões simultaneamente). Essa estrutura permitiu uma melhor integração com as cadeias logísticas e industriais da região, facilitando o escoamento da produção agrícola e contribuindo para a expansão do agronegócio no Arco Norte.

O Tegram passou por duas fases de expansão desde o início de suas operações. Na primeira fase, em 2015, o terminal iniciou as atividades com um berço de atracação e estrutura para movimentação eficiente de grãos. Em 2020, a segunda fase foi concluída, aumentando a capacidade operacional com a inclusão de um segundo berço de atracação e consolidando o terminal como um hub logístico para o agronegócio da região. Agora, o terminal se prepara para a terceira fase de expansão, com aporte planejado de R$ 1,634 bilhão para a construção de um terceiro berço de atracação, o que permitirá adicionar mais 8,5 milhões de toneladas de capacidade operacional anual ao terminal. Essa expansão tem como objetivo atender à crescente demanda do agronegócio brasileiro e consolidar ainda mais o Porto do Itaqui como um dos maiores complexos exportadores de grãos do Arco Norte brasileiro.

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