#ImportColetivos #MicroConto #Repost
A encontrou após 20 anos. E ela mantinha o mesmo sorriso de lua crescente se pondo no horizonte!
Publicada, originalmente, na coletivos.org
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A encontrou após 20 anos. E ela mantinha o mesmo sorriso de lua crescente se pondo no horizonte!
Publicada, originalmente, na coletivos.org
XII
Tantos anos, xa… tantos!!!
Onde queda aquelo?
Unha tarde enteira de nervos, medos,
Dúbidas e decisión,
Sexo, amor, descubrimento,
Ledicia, ilusión.
Horas que voaron
A noite que fechou
O ceo no que vivimos
E no que todo comezou
E dende ese día
(No que tocamos o cumio)
Xa todo foi caer
Unha caída longa
Cara ó frío inferno
Da indiferencia
Un cisne negro
Que non sabía voar
Novas vidas, novos medos,
Novas ilusións, novos momentos.
E non sei por que
Hoxe
Lembrei todo aquelo
Él sí sabía cuáles eran los siete mares, las siete maravillas del mundo antiguo y lo que ha sobrado de las ruinas de Roma. Nombraría a los cuarenta ladrones de Alí Babá sin pensarlo dos veces o tendría una manera de recontar los granos de arena del Atacama. Pero a él le sacaba el sueño la incapacidad descomunal de olvidarse del ayer.
• Movimento •
— O drone parou, comandante.
— Motivo?
— Movimento à frente.
— Vida?
— Negativo, mas continua se movendo.
O sinal caiu e a cabine mergulhou no escuro. Depois, o comandante sentiu sua nave mover-se sozinha.
Microconto .001
A Vida É Um Barco A vida é um barco e estamos nas mãos do oceano que são nossas decisões. #microconto #decisão
Todos os dias Amanda acordava com o seu habitual mau humor matinal. Olhava-se no espelho e desejava não precisar cumprir a agenda de compromissos. Nos primeiros momentos do dia, comunicava-se por monossílabos: “sim” ou “não” e quando obrigada a dar respostas mais elaboradas, irritava-se profundamente. Com o semblante apático, justificava aos curiosos e a si mesma um sussurrado: -cansaço. Enquanto as horas passavam, Amanda aos poucos liberava pequenas manifestações de contentamento até que, quando finalmente sentia-se pronta para começar o dia, ele já se fora. Repetidamente isso acontecia, desde que se reconhecera como adulta. Um certo dia, ao realizar o costumeiro ritual em frente ao espelho, percebeu um pequeno sinal branco no canto direito da boca. Acreditou não ser importante e ignorou. No outro dia, o pequeno sinal aumentara para algo mais perceptível. Procurou disfarçar com uma generosa camada de maquiagem e seguiu o dia normalmente. Na manhã seguinte, a marca convertera-se em uma larga mancha resistente aos cosméticos. Enquanto analisava o seu reflexo em busca de uma rápida solução, percebeu que todas as vezes em que esticava os lábios como se estivesse sorrindo, a mancha perdia-se entre o contorno das bochechas. Decidiu que naquele dia sairia sorrindo a todos, na esperança de evitar constrangimentos ou indagações relacionadas à sua aparência. A princípio, este comportamento causou estranhamento em todos que a conheciam, mas no decorrer de poucos dias, até a preferiam assim. Sorrir já não parecia mais um esforço. Estava condicionada e até sentia-se bem. Os dias tornaram-se leves e inclusive passou a ser vista como uma pessoa simpática. Em uma bela manhã, ao fazer uma reflexão frente ao espelho, lembrou-se do motivo que gerara sua transformação e percebeu que a mancha havia diminuído. No dia seguinte, quase não se via o pequeno sinal e no próximo amanhecer, assim como a mancha havia surgido misteriosamente, desaparecera por completo. Há quem diga o contrário, que tal acontecimento ofenda a coerência, mas a partir desse dia, Amanda acreditou que a tal mancha pudesse ter alguma relação com a sua sisudez e, por via das dúvidas, nunca mais passou um dia sem sorrir.
#Lésbica #Sexo #Xixi #Aperto #Apertada #Fetiche #MicroConto #Ficção
#Lesbian #Sex #Pee #Fetish #FlashFiction #MicroFiction
Anna e Beth estavam descansando juntas após fazerem sexo: nuas, agarradinhas uma de frente para outra na cama, suas pernas entrelaçadas, a xota de cada uma pressionada com firmeza no alto de uma das coxas da outra. Elas só não estavam completamente quietas: Anna estava se remexendo.
Você aguarda o ônibus quando avista um senhor de cabelos grisalhos se aproximando. Ele para a alguns metros de você, e então ele dá uma olhadinha...
Aquela olhadinha de gelar a espinha.
Sua mente dispara todos os sinais de alerta; o letreiro "SE FUDEU" de GTA se materializa diante de seus olhos.
Você pensa: "ah não..."
É aquela olhadinha que diz "eu vou amolar a sua orelha até sangrar, trouxa!", e você, no fundo, sabe que resistir é inútil.