Comecei as minhas leituras para #CrimeNaAreia com um romance. Não tem nada a ver, mas há um crime que passa por acidente, e no fim também não é desvendado. O livro é O Palácio de Papel de Miranda Cowley Heller e dei-lhe 4 ⭐
Fica aqui a resenha:
GoodReads:
https://www.goodreads.com/review/show/7720629691
Blog:
https://ameninainsuportavel.blogspot.com/2025/07/opiniao-o-palacio-de-papel-miranda.html
4/5: — Os colibris são os únicos pássaros que conseguem voar para trás (…) — Se eu pudesse voar para trás, voava (…) E ele, como sempre fazia, disse: — Eu sei. O Palácio de Papel é uma viagem com alguma intensidade, entre o presente sufocante de um dia de Verão em Cape Cod e os múltiplos fragmentos de um passado marcado por silêncios, violência, perdas e amor não resolvido. A história alterna entre estes dois tempos e revela, pouco a pouco, a vida de Elle, a infância complexa, as relações familiares disfuncionais, os traumas enterrados e, sobretudo, o triângulo amoroso que a coloca...
@Ralhita @catarinac vocês são a equipa de alto rendimento do #CrimeNaAreia. Comecei Berta Isla e, para esta série, só li A Grande Arte, O Delfim e Memórias Póstumas de Brás Cubas.
@Ralhita, acho que no fim de Agosto haverá nova votação. O #CrimeNaAreia é um estado de espírito, continua enquanto houver tempo e vontade.
Terminei o primeiro quase-#CrimeNaAreia destas férias. “Quase” porque, havendo cadáver, o prolífico narrador-defunto Brás Cubas, não há propriamente crime, apenas morte por conta de emplasto e desengano. Muita ironia, humor negro, intertextualidade da boa, sátira e crítica social. Foi uma escolha acidental, iniciada em Lisboa, para ajudar a passar o tempo numa noite de canícula e ainda bem. Não há como a humidade dos cemitérios.