@snowgaze não é o livro ideal para ler na praia 😄#CrimeNaAreia

Comecei as minhas leituras para #CrimeNaAreia com um romance. Não tem nada a ver, mas há um crime que passa por acidente, e no fim também não é desvendado. O livro é O Palácio de Papel de Miranda Cowley Heller e dei-lhe 4 ⭐

Fica aqui a resenha:

GoodReads:
https://www.goodreads.com/review/show/7720629691

Blog:
https://ameninainsuportavel.blogspot.com/2025/07/opiniao-o-palacio-de-papel-miranda.html

#livros #books #Literatura

Rita's review of O palácio de papel

4/5: — Os colibris são os únicos pássaros que conseguem voar para trás (…) — Se eu pudesse voar para trás, voava (…) E ele, como sempre fazia, disse: — Eu sei. O Palácio de Papel é uma viagem com alguma intensidade, entre o presente sufocante de um dia de Verão em Cape Cod e os múltiplos fragmentos de um passado marcado por silêncios, violência, perdas e amor não resolvido. A história alterna entre estes dois tempos e revela, pouco a pouco, a vida de Elle, a infância complexa, as relações familiares disfuncionais, os traumas enterrados e, sobretudo, o triângulo amoroso que a coloca...

Mais uma vez não era de proposito, mas estou a ler Perspectives (em inglês) do Laurent Binet. Romance epistolar, os autores das cartas incluem o Michelangelo, Cellini, Vasari, os Medici etc, mistura de policial e farsa. Mas não me sembra tão cómico como o autor acha, vou acabar por querer saber whodunnit e também porque é um livro curto. 3/5, para já. Gostei muito mais do Cahokia Jazz. #CrimeNaAreia
Eu estava a evitar #CrimeNaAreia por não ter acesso à areia e por não gostar muito de policiais. Infelizmente comecei a let Cahokia Jazz do Francis Spufford (só há em inglês para já, creio), romance passado nos anos 30 dum America onde os povos indígenos controlam as cidades históricas deles, e descubri que a) é um policial e b) estou a gostar... #incunabulos
“A paz(…)é sempre apenas aparente, e transitória, um fingimento.O estado natural do mundo é o de guerra. Geralmente aberta quando não latente(…)ou meramente adiada.Existem grandes porções da humanidade que estão sempre a fazer mal a outras, ou a roubar-lhes algo, e o rancor e o desacordo reinam sempre e,se não reinam, estão preparados e à espreita. Quando não há guerra existe a sua ameaça, e aquilo que vocês(…)podem fazer é mantê-la nessa fase,na de postergação, apenas na ameaça.” #CrimeNaAreia

@Ralhita @catarinac vocês são a equipa de alto rendimento do #CrimeNaAreia. Comecei Berta Isla e, para esta série, só li A Grande Arte, O Delfim e Memórias Póstumas de Brás Cubas.

@Ralhita, acho que no fim de Agosto haverá nova votação. O #CrimeNaAreia é um estado de espírito, continua enquanto houver tempo e vontade.

@catarinac ainda não li nada dele, mas tenho curiosidade. Para dar sequência ao #CrimeNaAreia, peguei no outro Javier, que também estava na lista do #incunabulos.

Terminei o primeiro quase-#CrimeNaAreia destas férias. “Quase” porque, havendo cadáver, o prolífico narrador-defunto Brás Cubas, não há propriamente crime, apenas morte por conta de emplasto e desengano. Muita ironia, humor negro, intertextualidade da boa, sátira e crítica social. Foi uma escolha acidental, iniciada em Lisboa, para ajudar a passar o tempo numa noite de canícula e ainda bem. Não há como a humidade dos cemitérios.

#incunabulos #MachadoDeAssis #MemóriasPóstumasdeBrásCubas

@catarinac levaste o #crimenaareia para outro nível.
A Nina, de Carmen Mola.
Ainda não acabei, mas pela primeira vez vou ter de fazer um intervalo para acalmar o estômago.Nota para quem ler: evitem horas de refeições. A início parecia só o Deliverance mas agora parece outra coisa que não digo para não fazer spoilers. #CrimeNaAreia