Terminei o primeiro quase-#CrimeNaAreia destas férias. “Quase” porque, havendo cadáver, o prolífico narrador-defunto Brás Cubas, não há propriamente crime, apenas morte por conta de emplasto e desengano. Muita ironia, humor negro, intertextualidade da boa, sátira e crítica social. Foi uma escolha acidental, iniciada em Lisboa, para ajudar a passar o tempo numa noite de canícula e ainda bem. Não há como a humidade dos cemitérios.