@anaclara_

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olá
O Mastodon é uma rede social de código aberto e descentralizada, que funciona como alternativa às grandes plataformas comerciais. É um bom exemplo de como podemos criar espaços digitais mais livres, sem monopólio de dados. Para a educação, pensar em redes como o Mastodon é repensar nossa dependência de big techs e incentivar autonomia digital.

Essa matéria mostra como a imposição de plataformas privadas pelo governo de SP vem gerando protestos de professores. A greve é um alerta: a plataformização sem diálogo precariza o trabalho docente, compromete a autonomia pedagógica e favorece o controle de dados por empresas. É urgente discutir alternativas, como o uso de software livre e a participação da comunidade escolar nas decisões.

https://www.cartacapital.com.br/educacao/entenda-a-greve-de-professores-de-sao-paulo-contra-plataformas-impostas-por-tarcisio-e-feder/

Entenda a ‘greve’ de professores de São Paulo contra plataformas impostas por Tarcísio e Feder

Docentes criticam a fixação de metas de acesso e apontam que as decisões do governo empobrecem a formação dos estudantes

CartaCapital
O Pixelfed é tipo um Instagram, mas sem anúncios, sem espiões de dados e sem algoritmo bagunçando seu feed, ele é uma rede social de fotos livre, aberta e federada, ou seja, qualquer um pode criar sua própria comunidade e ainda interagir com outras pelo Fediverso (como o Mastodon). É perfeito pra quem quer postar suas fotos, curtir as dos amigos e ter mais privacidade e liberdade, tudo de um jeito colaborativo e sem exploração comercial.
https://pixelfed.org/
Grandes empresas de tecnologia ganham muito oferecendo plataformas “gratuitas” para escolas, mas o verdadeiro pagamento é a coleta massiva de dados de estudantes e professores. Cada clique, nota ou tempo de uso vira informação valiosa para vender serviços e moldar a educação com base em algoritmos e interesses de mercado. É importante perguntar: quem controla esses dados e para quem eles servem? Educação não pode ser só mais um negócio de extração de dados.
A plataformização da educação mostra como dependemos cada vez mais de grandes empresas de tecnologia, que coletam dados e padronizam práticas pedagógicas. Por isso, discutir e adotar software livre na escola é fundamental: ele garante mais autonomia, transparência e liberdade para professores e estudantes, além de fortalecer a educação como bem público.

Esse artigo discute como a plataformização da educação no Sul Global se conecta diretamente com o capitalismo de vigilância. Ele mostra como grandes empresas usam tecnologias educacionais para coletar dados e moldar políticas, afetando a autonomia de professores e estudantes.

https://www.researchgate.net/publication/381776448_A_plataformizacao_da_educacao_no_Sul_Global_e_seus_lacos_com_os_atores_do_capitalismo_de_vigilancia

esse semestre tem que acabar logo