Essa matéria mostra como a imposição de plataformas privadas pelo governo de SP vem gerando protestos de professores. A greve é um alerta: a plataformização sem diálogo precariza o trabalho docente, compromete a autonomia pedagógica e favorece o controle de dados por empresas. É urgente discutir alternativas, como o uso de software livre e a participação da comunidade escolar nas decisões.
Esse artigo discute como a plataformização da educação no Sul Global se conecta diretamente com o capitalismo de vigilância. Ele mostra como grandes empresas usam tecnologias educacionais para coletar dados e moldar políticas, afetando a autonomia de professores e estudantes.