Sítios em Lisboa à noite.
Já cá canta o primeiro volume que saiu hoje com o @Publico
Para quem seguia o podcast na altura da pandemia, sabe que isto é obrigatório.
O novo filme do Panahi tem um tom mais cruel e trágico do que o habitual, disfarçado por uma certa fachada cómica. Fico com a ideia de que o realizador está com dificuldades em conseguir manter algum otimismo. Recomendo.
Eu a tentar comunicar com Inteligência Artificial e a perguntar-lhe se tem sentido de humor.
Jenga com a sobrinha número 3.
O prazer de mergulhar em pura literatura, neste caso o mundo criativo de Pessoa. Já tinha tantas saudades! Zenith é excecional em trazer à vida a fragmentação múltipla do poeta, ao estilo das biografias de Peter Ackroyd. É um nível de brilhantismo raro.
#books #livrosA primeira vez que reparei na Florence Pugh foi no magnífico "Lady Macbeth" que lançou a sua fulgurante carreira. Acredito genuinamente que é uma das atrizes mais carismáticas da sua geração. É fantástico voltar a vê-la num filme de época tão interessante quanto o "The Wonder" (e volta aos vestidos azuis!), uma história misteriosa que expõe o sufoco da religião, o pecado, a culpa e busca pela redenção. Um bom filme à vossa espera na Netflix baseado numa obra de Emma Donoghue.
Ainda não vos contei mas fui ver um dos filmes libaneses no festival Olhares do Mediterrâneo e saí de lá de rastos e devastada. Histórias de mulheres na prisão de Baabda a contarem as suas vidas e como sofreram violência às mãos dos pais e maridos, forçando-as a fugir ou matar. Uma abordagem muito sensível sem parecer exploradora.
A Irène Jacob é tão inesquecível e luminosa no ROUGE do Kieślowski. É de uma candura e sensibilidade que contrasta bem com a amargura do juiz reformado interpretado por Trintignant. Parece simples a interpretação mas não é.
#movies #cinema#Mood(Roubado do IG do The Cinegogue)