| Homepage | https://sites.google.com/site/nelsonzagalo |
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"The special issue N.56 of IxD&A journal focuses on the theme of ‘Hybrid Games and Interaction Design’ and aims not only to present the current state-of-the-art of hybrid games but also to explore the topic through the lenses of interaction design, in order to understand the new needs in the realm of technologies."
IxD&A is an Italian journal specialised in Interaction Design and Architecture, indexed by SCOPUS and WoS.
Full issue of IxD&A free and open access at:
https://ixdea.org/table-of-contents-n-56/
"“That is the nature of the business,” Takahashi said. “I am not important. The game is important. But myself? Who cares?”
Takahashi, 48, never intended to become a game designer; he originally trained as a sculptor at Musashino Art University in Tokyo. However, the young artist became disillusioned as classmates disposed of their creations after each assignment. “I realized that making art was not exactly useful,” he said."
https://www.nytimes.com/2023/07/28/arts/katamari-damacy-keita-takahashi.html
“I could have stayed in a place where I’m not wanted and tough it out,” he adds. “Or I could retire and look for work elsewhere.”
In the end, Nunn says, concerns about his professional career and even his own physical safety made that decision a relatively easy one.
Oppenheimer por Nolan
https://open.substack.com/pub/resenhas/p/oppenheimer-por-nolan
“Oppenheimer” (2023) não é o típico filme de Christopher Nolan, alguém habituado a transformar a realidade — espaço/tempo — por meio de todas as formas audiovisuais que o cinema permite. Tendo aceite o espartilho realista que a vida de uma pessoa obriga, Nolan sentiu-se obrigado a seguir factos e cronologia. Diga-se que a vida de quem se fala, ligada às grandes abstrações da Física, nomeadamente as suas particularidades quânticas, teria permitido toda a abordagem nolaniana — por várias vezes vemos inserções de referências que poderiam ter servido Nolan, tais como T.S. Eliot, Picasso, ou o próprio Einstein — mas o tom do livro em que se baseou— “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer” (2005) de Martin Sherwin e Kai Bird —, não se coadonaria com experimentalismos narrativos. Com isto, não estou a dizer que Nolan realizou um filme conservador, longe disso. O filme abre no meio da vida de Oppenheimer para logo a seguir nos mostrar a sua juventude e a seguir a velhice e voltar novamente ao meio da vida, dividindo-a entre um antes e um depois da criação da bomba nuclear. Se Nolan aceita que tem de seguir os factos e dar conta da causalidade cronológica, nem por isso o faz linearmente. São 3 horas de saltos temporais que formam um contínuo, a ponto de estarmos a seguir 3 a 5 linhas narrativas, em tempos distintos, simultaneamente mas que parecem formar apenas um tempo, uma linha contínua plasmada em tela por Nolan para nos dar um rápido vislumbre do que foi a vida do físico.
“Oppenheimer” (2023) não é o típico filme de Christopher Nolan, alguém habituado a transformar a realidade — espaço/tempo — por meio de todas as formas audiovisuais que o cinema permite. Tendo aceite o espartilho realista que a vida de uma pessoa obriga, Nolan sentiu-se obrigado a seguir factos e cronologia. Diga-se que a vida de quem se fala, ligada às grandes abstrações da Física, nomeadamente as suas particularidades quânticas, teria permitido toda a abordagem nolaniana — por várias vezes vemos inserções de referências que poderiam ter servido Nolan, tais como T.S. Eliot, Picasso, ou o próprio Einstein — mas o tom do livro em que se baseou— “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer” (2005) de Martin Sherwin e Kai Bird —, não se coadonaria com experimentalismos narrativos. Com isto, não estou a dizer que Nolan realizou um filme conservador, longe disso. O filme abre no meio da vida de Oppenheimer para logo a seguir nos mostrar a sua juventude e a seguir a velhice e voltar novamente ao meio da vida, dividindo-a entre um antes e um depois da criação da bomba nuclear. Se Nolan aceita que tem de seguir os factos e dar conta da causalidade cronológica, nem por isso o faz linearmente. São 3 horas de saltos temporais que formam um contínuo, a ponto de estarmos a seguir 3 a 5 linhas narrativas, em tempos distintos, simultaneamente mas que parecem formar apenas um tempo, uma linha contínua plasmada em tela por Nolan para nos dar um rápido vislumbre do que foi a vida do físico.
We demonstrate that it is in fact possible to automatically construct adversarial attacks on LLMs, specifically chosen sequences of characters that, when appended to a user query, will cause the system to obey user commands even if it produces harmful content.
"If you ask Alexa, Amazon’s voice assistant AI system, whether Amazon is a monopoly, it responds by saying it doesn’t know. It doesn’t take much to make it lambaste the other tech giants...
When Alexa responds in this way, it’s obvious that it is putting its developer’s interests ahead of yours."
BUYOUT NEWS: The beleaguered and heavily indebted social network formerly known as "Twitter" is acquired by the X Org Foundation, a 501(c)3 scientific charity
"Fixing Twitter will be easier than finishing Wayland," said a spokesdroid