Israelitas – Rei Salomão treinava Pokémon – porque domar 72 demônios com um anel mágico é basicamente a Pokédex do inferno.
Egípcios – O Faraó jogava Yu-Gi-Oh! – e usava o Sarcófago Dourado como porta-cartas lendário.
Hebreus – Moisés usava Beyblade – e quando lançava, o mar realmente se abria.
Babilônios – Gilgamesh dominava o Bakugan – porque ninguém entendia as regras, mas todo mundo respeitava.
Gregos – Hércules lutava com armaduras baseadas em constelações (Cavaleiros do Zodíaco) – e ainda reclamava que Atena nunca pagava o salário atrasado.
Palestinos – Jesus era usuário de Stand (JoJo's Bizarre Adventure) – porque transformar água em vinho, ressuscitar mortos e andar sobre as águas é exatamente o tipo de habilidade absurda e sem explicação que um Stand teria. Nome provável: 「HOLY DIVER」.
Nórdicos – Thor travava batalhas de Duel Masters – porque "duelo" já estava no nome, e ele adorava uma boa disputa até a morte.
Romanos – César tinha arenas de Beyblade em vez de gladiadores – "Ave, Imperator! Morituri te salutant... e agora, 3, 2, 1, LET IT RIP!"
Chineses – O Imperador Amarelo praticava Tai Chi Chasers – movimentos fluidos, cartas voando, e ninguém entendia por que o deck dele era tão apelado.
Japoneses – Oda Nobunaga colecionava Medabots – samurais com robôs de luta, porque katana sozinho já não era suficiente.
Astecas – Quetzalcóatl sacrificava corações no altar do Dinosaur King – fosséis, cartas e deuses do sol, tudo no mesmo pacote.
Celtas – Merlin invocava Cardcaptor Sakura – porque selar espíritos em cartas era basicamente o que os druidas já faziam com runas.