| Pronomes | ela/dela |
| Pronomes | ela/dela |
É porquê aquele enuncia algo, ainda que da boca pra fora, havendo quórum suficiente, tem que se prestar com o aquilo que disse.
Aliás eu acho isso um fato pouco explorado: o fato de que havendo quórum suficiente, ninguém pode simplesmente agir de forma cruel e injusta. É pelos cantos que a maldade encarna sua face sem máscara. Nas multidões ela tem que se travestir de algo minimamente bom. E eu acho que é aí que mora a grande sacada.
Isso é muito poderoso por exemplo no meio corporativo. Não é curioso como os discursos que vigoram são sempre os do otimismo, da equipe, do coletivo, do trabalho em conjunto, da eficiência, do ajudar o próximo, etc, mesmo que na prática saibamos que isso não passa de uma máscara pra encobrir algo terrivelmente individualista e ineficaz?
Até que surge alguém que por ingenuidade acredita de verdade em tal discurso e põe em cheque decisões tomadas e por vezes se saem por cima ainda assim.
Ultimamente, na minha jornada de tentar fazer pães franceses em casa com a mesma qualidade das padarias, me deparei com dois ingredientes fundamentais: A Vitamina C e a Lecetina.
Daí joguei no youtube e caí em dois vídeos do Chain Baker onde ele faz testes comparados, mostrando que os resultados são reais.
Mas chamou atenção que ele disse em ambos que achava que era trapaça "cheating" apenas jogar ingredientes sem necessidade de nenhuma habilidade.
Ué mas desde quando pão é uma competição?