Exposição no Instituto Butantan revela as muitas caatingas

Ao percorrer o Museu Biológico do Instituto Butantan, na capital paulista, de repente a luz muda e fica mais quente: o visitante chegou à Caatinga. Os tons terrosos em vermelho e amarelo das paredes – que deixam de ser a sucessão de terrários com serpentes, lagartos e outros animais que compõem o acervo permanente – remetem ao único bioma exclusivamente brasileiro, que ocupa mais de 10% do território nacional. “É o menos conhecido dos biomas”, lamenta a bióloga Erika Hingst-Zaher, diretora do museu. De forma coerente com a marca registrada do instituto, o visitante ainda vê cobras e lagartos vivos,…