Projeto gráfico interessantíssimo e inspirado, em sintonia com o que vemos ao longo de todo o filme. É nítida a influência de Alan Moore e de uma ou outra de suas obras — lembrou-me, particularmente, Watchmen e A Liga Extraordinária.
Mas, diferentemente do barbudão, aqui não há nada verdadeiramente substancioso, nem algo que expanda, mesmo que minimamente, o universo apresentado no filme. Uma pena.
Também não ajuda o fato de a narrativa ser excessivamente fragmentada (Cavaleiro das Trevas, perdoe-os, eles não sabem o que fazem!) nem a colorização anacronicamente moderna — especialmente quando contrastada com o traço propositadamente datado de Mark Buckingham.
