Spinoza sobre a ilusão do livre-arbítrio:
"Não há, na mente, nenhuma vontade absoluta ou livre: a mente é determinada a querer isto ou aquilo por uma causa que é, também ela, determinada por outra, e está última, por sua vez, por outra, e assim até o infinito".
(Proposição 48 do Livro II da Ética)