Péssimas notícias no domínio da #PoluiçãoLuminosa publicadas na @sciencemagazine de hoje. A perda do céu noturno (aumento do brilho devido à emissão crescente de #LuzArtificial) está a agravar-se a um ritmo muito maior do que estudos anteriores revelavam. Com impactos não só para a astronomia mas também ecológicos, de real alcance ainda desconhecido.
Vejam os artigos de Kyba et al (@skyglowberlin), bem como os comentários, na mesma revista, de Fabio Falchi e @salvabara, e de @joshuasokol

O artigo original de Kyba et al:
https://www.science.org/doi/10.1126/science.abq7781

Os comentários de Fabio Falchi & Salvador Bará
https://www.science.org/doi/10.1126/science.adf4952

e de Joshua Sokol:
https://www.science.org/content/article/light-pollution-drowning-starry-night-sky-faster-thought (com uma observação final de John Barentine @JohnBarentine )

Fica a sugestão de seguirem todos estes investigadores e autores, se quiserem estar a par do que se faz na investigação em #poluiçãoluminosa ;) #lightpollution #contaminaciónluminica #pollutionlumineuse

Pena não estar em acesso aberto, mas saiu hoje no #Público um bom destaque do jornalista Tiago Ramalho (2 páginas) aos artigos acima referidos, bem como ao artigo de Falchi et al relativo à perda de qualidade do céu mesmo nos maiores observatórios. Infelizmente não posso colocar aqui, mas fica a ideia, através das imagens abaixo.

Algumas referências ao caso de Portugal e ao artigo 150º-W do Orçamento do Estado de 2023.
#poluiçãoluminosa #lightpollution #contaminacionluminica

Estamos a perder a noite: o brilho no céu duplicou na última década

Há iluminação a mais e satélites de baixa altitude que não ajudam. A poluição luminosa aumenta todos os anos e os dados colocam Portugal no topo dos poluentes europeus.

Público
Da caixa de comentários do Público. Sim, sim, bem sei, não devia ter visto… mas às vezes, às vezes, aparece um comentário interessante. Não é o caso deste, ainda que… (já lá vamos).
Isto é como afirmar “o ar da cidade não é poluído porque conseguimos respirar bem”. Mas revela um facto conhecido (q o “Experiente” podia também conhecer se tivesse lido a notícia antes de disparar): a perda de referências. Como não temos céus de qualidade, um céu razoável parece excelente. E não é. Nem no Alentejo.

Thanks for this. Another sad signal of humanity shifting its eyes from eternal nature in favor of something bright and shiny, and temporary.

@raulclima @sciencemagazine @skyglowberlin @salvabara @joshuasokol
#astronomy