Brasil: Sobre la Licencias Ambientales «Especiales» (o autolicenciamiento, me licencio a mi mismo!)

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Medio Ambiente – FUEGO AMIGO, POTENCIALIZADO POR EL ENEMIGO.

La Licencia Ambiental Especial (LAE) nació torcida con el apoyo del gobierno Lula en un pacto con Alcolunbre—y, con la acción del Congreso, quedó todavía peor. El propio hecho del gobierno haber apoyado a una modalidad de licencia acelerada para obras “estratégicas” ya representaba un retroceso. La LAE abre un margen para la simplificación indebida, presión técnica, reducción de etapas y coloca a la velocidad por arriba de la responsabilidad socioambiental. Pero el Congreso consiguió hacer lo que parecia imposible: transformar a un mecanismo frágil en un verdadero ataque a la política ambiental brasileña.

Al derrubar los vetos presidenciales, el Parlamento resuscitó exactamente los puntos más problemáticos del licenciamiento, incluyendo flexibilizaciones que reducen las exigencias, disminuyen la participación social y debilitan las salvaguardias esenciales. Los vetos existían para contener los daños; Al revirlos, diputados y senadores ampliarán brechas para autorizar emprendimientos de alto impacto sin el debido análisis ambiental.

El resultado es un paquete que combina apuro con permisividad: una mezcla perfecta para aumentar los conflictos territoriales, acelerar la deforestación, afectar biomas sensibles e impactar comunidades que históricamente ya cargan con el peso de las decisiones políticas tomadas sin consulta.

El gobierno se equivocó al abrir el camino al LAE. Pero el Congreso fue más allá: desmontó los límites mínimos que todavía protegían al país de un licenciamiento light, capaz de autorizar obras arriegcadas sin la profundidad necesaria. En este momento en que Brasil promete liderazgo climático, lo que vemos es lo opuesto: una alianza entre Ejecutivo y Legislativo para rebajar el estándard de protección ambiental.

Si el LAE ya nacia problemático, ahora ela se consolida como un símbolo de retroceso. Un instrumento hecho para acelerar las obras se transformó en una puerta abierta para la degradación — y quien va a pagar esa cuenta, como siempre, es el medio ambiente, las poblaciones vulnerables ​​y el futuro climático del país.

@CoalizaoPeloClimaSP

#autolicenciamiento #cop30 #gobiernoLula #licenciamientoAmbientalEspecial #partidoDeLosTrabajadores

Coalizão pelo Clima SP on Instagram: "Meio Ambiente - FOGO AMIGO, POTENCIALIZADO PELO INIMIGO. A Licença Ambiental Especial (LAE) nasceu torta com apoio do governo Lula em um pacto com Alcolunbre— e, com a ação do Congresso, ficou ainda pior. O próprio fato de o governo ter apoiado uma modalidade de licenciamento acelerado para obras “estratégicas” já representava um retrocesso. A LAE abre margem para simplificação indevida, pressiona técnicos, reduz etapas e coloca a velocidade acima da responsabilidade socioambiental. Mas o Congresso conseguiu fazer o que parecia impossível: transformar um mecanismo frágil em um verdadeiro ataque à política ambiental brasileira. Ao derrubar os vetos presidenciais, o Parlamento ressuscitou exatamente os pontos mais problemáticos do licenciamento, incluindo flexibilizações que reduzem exigências, diminuem a participação social e enfraquecem salvaguardas essenciais. Os vetos existiam para conter danos; ao revertê-los, deputados e senadores ampliaram brechas para autorizar empreendimentos de alto impacto sem a devida análise ambiental. O resultado é um pacote que combina pressa com permissividade — uma mistura perfeita para aumentar conflitos territoriais, acelerar desmatamento, afetar biomas sensíveis e impactar comunidades que historicamente já carregam o peso das decisões políticas tomadas sem consulta. O governo errou ao abrir caminho para a LAE. Mas o Congresso foi além: desmontou os limites mínimos que ainda protegiam o país de um licenciamento light, capaz de autorizar obras arriscadas sem a profundidade necessária. Num momento em que o Brasil promete liderança climática, o que vemos é o oposto: uma aliança entre Executivo e Legislativo para rebaixar o padrão de proteção ambiental. Se a LAE já nascia problemática, agora ela se consolida como um símbolo do retrocesso. Um instrumento feito para acelerar obras virou uma porta aberta para a degradação — e quem vai pagar essa conta, como sempre, é o meio ambiente, as populações vulneráveis e o futuro climático do país."

12 likes, 0 comments - coalizaopeloclimasp on December 2, 2025: "Meio Ambiente - FOGO AMIGO, POTENCIALIZADO PELO INIMIGO. A Licença Ambiental Especial (LAE) nasceu torta com apoio do governo Lula em um pacto com Alcolunbre— e, com a ação do Congresso, ficou ainda pior. O próprio fato de o governo ter apoiado uma modalidade de licenciamento acelerado para obras “estratégicas” já representava um retrocesso. A LAE abre margem para simplificação indevida, pressiona técnicos, reduz etapas e coloca a velocidade acima da responsabilidade socioambiental. Mas o Congresso conseguiu fazer o que parecia impossível: transformar um mecanismo frágil em um verdadeiro ataque à política ambiental brasileira. Ao derrubar os vetos presidenciais, o Parlamento ressuscitou exatamente os pontos mais problemáticos do licenciamento, incluindo flexibilizações que reduzem exigências, diminuem a participação social e enfraquecem salvaguardas essenciais. Os vetos existiam para conter danos; ao revertê-los, deputados e senadores ampliaram brechas para autorizar empreendimentos de alto impacto sem a devida análise ambiental. O resultado é um pacote que combina pressa com permissividade — uma mistura perfeita para aumentar conflitos territoriais, acelerar desmatamento, afetar biomas sensíveis e impactar comunidades que historicamente já carregam o peso das decisões políticas tomadas sem consulta. O governo errou ao abrir caminho para a LAE. Mas o Congresso foi além: desmontou os limites mínimos que ainda protegiam o país de um licenciamento light, capaz de autorizar obras arriscadas sem a profundidade necessária. Num momento em que o Brasil promete liderança climática, o que vemos é o oposto: uma aliança entre Executivo e Legislativo para rebaixar o padrão de proteção ambiental. Se a LAE já nascia problemática, agora ela se consolida como um símbolo do retrocesso. Um instrumento feito para acelerar obras virou uma porta aberta para a degradação — e quem vai pagar essa conta, como sempre, é o meio ambiente, as populações vulneráveis e o futuro climático do país.".

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La Contradicción Silenciosa: La exploración de petróleo en la Amazonia y la ausencia de movilización social frente a la crisis climática

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La reciente autorización para la exploración petrolera en la desembocadura del Amazonas representa uno de los ataques socioambientales más graves de nuestro tiempo. En medio de la intensificación de la crisis climática y en vísperas de la COP 30 —una conferencia que debería reafirmar los compromisos globales con la descarbonización—, Brasil opta por profundizar su dependencia de los combustibles fósiles, contradiciendo el discurso de liderazgo ambiental que pretende defender en el escenario internacional. La decisión pone de manifiesto una contradicción estructural entre el discurso político y la práctica gubernamental, exponiendo los límites de una transición energética que, en realidad, ha servido más a la retórica que a la acción efectiva.

Sin embargo, lo que resulta igualmente sorprendente es el silencio social que acompaña a este revés. La ausencia de una movilización masiva capaz de presionar al Estado y denunciar los riesgos de esta decisión revela una complacencia selectiva y una fragilidad crítica en los movimientos progresistas. Si un gobierno conservador adoptara una medida con un impacto ambiental similar, es probable que la reacción pública fuera más contundente, con manifestaciones generalizadas y una intensa cobertura mediática. Esta asimetría en la respuesta social sugiere que parte de la movilización ambiental en Brasil aún se guía por alineamientos político-partidistas, y no exclusivamente por principios éticos y científicos de defensa de la vida y el clima.

La pasividad ante un ataque de esta magnitud indica una peligrosa naturalización del extractivismo, incluso entre sectores históricamente comprometidos con la agenda socioambiental. Romper con esta lógica requiere rearticular la crítica ecológica como un campo autónomo, capaz de trascender las preferencias políticas y reafirmar la centralidad de la Amazonía como patrimonio vital del planeta. Ante el colapso climático, el silencio es complicidad, y la inacción es un gesto político que también destruye.

Por Luiz Rogério da Silva ( @luizrogeriodsilva ) , activista socioambiental por el clima.

@Ecoaction.br

#amazonia #COP30 #desembocaduraDelAmazonas #gobiernoLula #lulaDaSilva #petróleo #progresismo

Sustentabilidade e Ação local para mudança global on Instagram: "A Contradição Silenciosa: A exploração de petróleo na Amazônia e a ausência de mobilização social diante da crise climática A recente autorização para a exploração de petróleo na Foz do Amazonas representa um dos mais graves ataques socioambientais da atualidade. Em meio à intensificação da crise climática e às vésperas da COP 30 — conferência que deveria reafirmar compromissos globais pela descarbonização — o Brasil escolhe aprofundar sua dependência de combustíveis fósseis, contrariando o discurso de liderança ambiental que pretende sustentar no cenário internacional. A decisão evidencia uma contradição estrutural entre o discurso político e a prática governamental, expondo os limites de uma transição energética que, na realidade, tem servido mais à retórica do que à ação efetiva. No entanto, o que chama igualmente a atenção é o silêncio social que acompanha tal retrocesso. A ausência de uma mobilização massiva, capaz de pressionar o Estado e denunciar os riscos dessa decisão, revela uma complacência seletiva e uma fragilidade crítica nos movimentos progressistas. Caso uma medida de semelhante impacto ambiental fosse adotada por um governo de perfil conservador, é provável que houvesse uma reação pública mais contundente, com manifestações amplas e intensa cobertura midiática. Essa assimetria na resposta social sugere que parte da mobilização ambiental no Brasil ainda se pauta por alinhamentos político-partidários, e não exclusivamente por princípios éticos e científicos de defesa da vida e do clima. A passividade diante de um ataque dessa magnitude indica uma perigosa naturalização do extrativismo, mesmo entre setores historicamente comprometidos com a agenda socioambiental. Romper com essa lógica exige rearticular a crítica ecológica como campo autônomo, capaz de transcender preferências políticas e reafirmar a centralidade da Amazônia como patrimônio vital do planeta. Diante do colapso climático, o silêncio é cumplicidade — e a omissão, um gesto político que também destrói. Por. Luiz Rogério da Silva ( @luizrogeriodsilva ) Ativista climático socioambiental."

9 likes, 4 comments - ecoaction.br on October 22, 2025: "A Contradição Silenciosa: A exploração de petróleo na Amazônia e a ausência de mobilização social diante da crise climática A recente autorização para a exploração de petróleo na Foz do Amazonas representa um dos mais graves ataques socioambientais da atualidade. Em meio à intensificação da crise climática e às vésperas da COP 30 — conferência que deveria reafirmar compromissos globais pela descarbonização — o Brasil escolhe aprofundar sua dependência de combustíveis fósseis, contrariando o discurso de liderança ambiental que pretende sustentar no cenário internacional. A decisão evidencia uma contradição estrutural entre o discurso político e a prática governamental, expondo os limites de uma transição energética que, na realidade, tem servido mais à retórica do que à ação efetiva. No entanto, o que chama igualmente a atenção é o silêncio social que acompanha tal retrocesso. A ausência de uma mobilização massiva, capaz de pressionar o Estado e denunciar os riscos dessa decisão, revela uma complacência seletiva e uma fragilidade crítica nos movimentos progressistas. Caso uma medida de semelhante impacto ambiental fosse adotada por um governo de perfil conservador, é provável que houvesse uma reação pública mais contundente, com manifestações amplas e intensa cobertura midiática. Essa assimetria na resposta social sugere que parte da mobilização ambiental no Brasil ainda se pauta por alinhamentos político-partidários, e não exclusivamente por princípios éticos e científicos de defesa da vida e do clima. A passividade diante de um ataque dessa magnitude indica uma perigosa naturalização do extrativismo, mesmo entre setores historicamente comprometidos com a agenda socioambiental. Romper com essa lógica exige rearticular a crítica ecológica como campo autônomo, capaz de transcender preferências políticas e reafirmar a centralidade da Amazônia como patrimônio vital do planeta. Diante do colapso climático, o silêncio é cumplicidade — e a omissão, um gesto político que também destrói. Por. Luiz Rogério da Silva ( @luizrogeriodsilva ) Ativista climático socioambiental.".

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Y Lula traciona de nuevo…(ya sé, Bozo es peor pero te deja pocas esperanzas!)

Noticias sobre el petróleo, la usina de Belo Monte y más. La traición de Lula se está consolidando! Noticias desde Sumauma:

Visiten, si pueden, el site de Sumauma en español

Y no, no es que hubiera mucha esperanza en el gobierno Lula, pero volver a traicionar…¿Qué hará Marina Silva?

#amazonia #elianeBrum #gobiernoLula #lula #Sumaúma #traición

Vladimir Safatle: ¿Para dónde va la izquierda?

Sobre lo que pasó en Junio de 2013 en Brasil

#extremaDerecha #gobiernoLula #izquierda #partidoDeLosTrabajadores #PT #vladimirSafatle

Coalição Pelo Clima: Mientras el mundo avanza, aunque lentamente, a abandonar los combustibles fósiles…

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Mientras el mundo avanza —aunque lentamente— a abandonar los combustibles fósiles, el gobierno de Lula parece estar mirando para atrás. En medio de los preparativos de la COP 30, que tendrá lugar en Brasil y lleva consigo el peso simbólico de un verdadero compromiso climático, el gobierno insiste en ampliar la frontera petrolera nacional, apostando por la explotación de nuevos pozos, incluso en zonas ambientalmente sensibles como la desembocadura del rio Amazonas.

La contradicción es evidente. Brasil quiere presentarse al mundo como líder ambiental, pero sigue aumentando su dependencia de una de las principales causas de la crisis climática. El discurso verde no puede sostenerse mientras los intereses económicos del presente sigan priorizándose sobre la vida del futuro.

La crisis climática ya no es una predicción: es una realidad. Lluvias extremas, sequías prolongadas, incendios forestales y olas de calor récord azotan al país con una frecuencia alarmante. Aun así, el gobierno insiste en que es posible conciliar la explotación petrolera con la responsabilidad ambiental, una ecuación que la ciencia ya ha demostrado que es inviable.

La COP 30 debe ser el momento en que Brasil muestre al mundo coraje y liderazgo, iniciando una transición energética justa, con fuertes inversiones en energías renovables, protección de biomas y justicia climática. Pero, al mantener su apuesta por el petróleo, el gobierno de Lula está eligiendo un camino que ya ha mostrado sus límites… y su precio.

Brasil puede ser un ejemplo o una contradicción. Podría ser un faro de un futuro verde u otro agente del colapso. Depende del gobierno decidir de qué lado de la historia quiere estar. Pero el tiempo —y la Tierra— no esperan.

¡¡¡SIN PETRÓLEO!!!

Coalição Pelo Clima

#amazonia #COP30 #gobiernoLula #petróleo #ríoAmazonas

Coalizão pelo Clima SP on Instagram: "Enquanto o mundo caminha — ainda que lentamente — para abandonar os combustíveis fósseis, o governo Lula parece olhar para trás. Em meio aos preparativos para a COP 30, que será sediada no Brasil e traz consigo o peso simbólico de um compromisso climático real, o governo insiste em expandir a fronteira petrolífera nacional, apostando na exploração de novos poços, inclusive em áreas ambientalmente sensíveis como a foz do Amazonas. A contradição é gritante. O Brasil quer se apresentar ao mundo como liderança ambiental, mas segue ampliando sua dependência de uma das principais causas da crise climática. O discurso verde não se sustenta quando os interesses econômicos do presente seguem sendo priorizados em detrimento da vida no futuro. A crise climática já não é uma previsão: é uma realidade. Chuvas extremas, secas prolongadas, incêndios florestais e ondas de calor recordes atingem o país com frequência alarmante. Ainda assim, o governo insiste que é possível conciliar exploração de petróleo com responsabilidade ambiental — uma equação que a ciência já provou ser inviável. A COP 30 deveria ser o momento em que o Brasil mostraria ao mundo coragem e liderança, iniciando uma transição energética justa, com investimentos pesados em energias renováveis, proteção de biomas e justiça climática. Mas, ao manter sua aposta no petróleo, o governo Lula escolhe um caminho que já mostrou seus limites — e seu preço. O Brasil pode ser exemplo ou contradição. Pode ser o farol de um futuro verde ou mais um agente do colapso. Cabe ao governo decidir de que lado da história quer estar. Mas o tempo — e a Terra — não esperam. PETRÓLEO NÃO.!!"

67 likes, 3 comments - coalizaopeloclimasp on April 17, 2025: "Enquanto o mundo caminha — ainda que lentamente — para abandonar os combustíveis fósseis, o governo Lula parece olhar para trás. Em meio aos preparativos para a COP 30, que será sediada no Brasil e traz consigo o peso simbólico de um compromisso climático real, o governo insiste em expandir a fronteira petrolífera nacional, apostando na exploração de novos poços, inclusive em áreas ambientalmente sensíveis como a foz do Amazonas. A contradição é gritante. O Brasil quer se apresentar ao mundo como liderança ambiental, mas segue ampliando sua dependência de uma das principais causas da crise climática. O discurso verde não se sustenta quando os interesses econômicos do presente seguem sendo priorizados em detrimento da vida no futuro. A crise climática já não é uma previsão: é uma realidade. Chuvas extremas, secas prolongadas, incêndios florestais e ondas de calor recordes atingem o país com frequência alarmante. Ainda assim, o governo insiste que é possível conciliar exploração de petróleo com responsabilidade ambiental — uma equação que a ciência já provou ser inviável. A COP 30 deveria ser o momento em que o Brasil mostraria ao mundo coragem e liderança, iniciando uma transição energética justa, com investimentos pesados em energias renováveis, proteção de biomas e justiça climática. Mas, ao manter sua aposta no petróleo, o governo Lula escolhe um caminho que já mostrou seus limites — e seu preço. O Brasil pode ser exemplo ou contradição. Pode ser o farol de um futuro verde ou mais um agente do colapso. Cabe ao governo decidir de que lado da história quer estar. Mas o tempo — e a Terra — não esperam. PETRÓLEO NÃO.!!".

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