‘Fio d’água’: exposição une arte, ciência e oceanos
‘Fio d’água’: exposição une arte, ciência e oceanos
Caixeiras do Divino de Alcântara chegam ao CCVM
Rapadura encerra Festival Kebrada 2025, no CCVM
Rapadura encerra Festival Kebrada 2025, no CCVM
O maior festival de cultura de rua do Maranhão está de volta. A 8ª edição do Festival Kebrada, do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) – rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís -, ocorre entre os dias 17 e 20 de dezembro e reúne shows, batalhas, DJs e graffiti em uma programação gratuita que fortalece o cenário da cultura urbana no Estado.
Um dos destaques desta edição é o show nacional do rapper Rapadura, que encerra o festival no sábado, 20 de dezembro, às 21h30. Pioneiro ao unir rap e cultura tradicional nordestina, o artista construiu um estilo singular que o levou a parcerias com O Rappa, Alok, BaianaSystem e à indicação ao Grammy Latino.
Além dos shows, o Festival Kebrada 2025 promove batalhas de MCs, breaking, all style e slam, e também a renovação do mural de graffiti do CCVM, que ficará em exposição por um ano no pátio do centro cultural.
A curadoria do Kebrada é de Nicinha Durans, MC Alcino, Bboy Macaxeira e Edi Bruzaca.
Festival Kebrada 2025
17 de dezembro
18 de dezembro
19 de dezembro
20 de dezembro
#allStyle #batalhasDeMCs #BboyMacaxeira #breaking #CCVM #CentroCulturalValeMaranhão #culturaDeRua #culturaUrbana #djs #EdiBruzaca #FestivalKebrada #graffiti #hipHop #Maranhão #MCAlcino #muralDeGraffiti #NicinhaDurans #rap #Rapadura #SãoLuís #slam
Bela Joia encerra Pátio Aberto 2025
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Bela Joia encerra Pátio Aberto 2025
Diretamente do município de Matinha (MA) e com mais de 15 anos de história, o Bumba Meu Boi Bela Joia de Nazaré encerra as programações do Pátio Aberto de 2025 com chave de ouro, nesta quinta-feira, 4 de dezembro, às 19h, no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) – rua Direita, nº 149, Centro Histórico. A programação tem entrada gratuita.
Comandado pelo mestre Joaquim Ferreira, o grupo faz da brincadeira um instrumento de inclusão social, valorização da cultura popular e preservação do Sotaque da Baixada.
Bumba Meu Boi Bela Joia de NazaréCom a beleza artesanal de seus personagens, o Bela Joia de Nazaré reafirma a força de uma tradição que segue viva e promete encantar o público com toda a sonoridade de seus pandeirões, matracas e tambor onça, característicos do sotaque.
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‘Prazer, Profissão: Drag Queen’: arte, resistência e liberdade
‘Prazer, Profissão: Drag Queen’: arte, resistência e liberdade
Misturando performance, interatividade e narrativa em cena, o ator Ricardo Torres, traz ao Pátio Aberto, do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), desta quinta-feira, 23 de outubro, às 19h, Molik, uma drag queen que transforma o palco em um espaço de confissão, propondo um encontro íntimo com as vivências da arte drag e as múltiplas camadas que compõem as experiências LGBTQIAPN+.
Durante a apresentação, o público é convidado a participar da construção da personagem, acompanhando de perto o processo de montagem, enquanto Molik costura relatos da vivência de muitos artistas drags: a dificuldade de se assumir, a violência familiar, os rituais escondidos de infância, e, sobretudo, a busca por liberdade.
https://mauricioaraya.com/agenda/
Mais do que um espetáculo, Prazer, Profissão Drag Queen é um ato coletivo de resistência, um tributo a todas as artistas que ousaram existir e criar beleza mesmo em meio ao preconceito.
O CCVM fica localizado à rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís. A programação é gratuita.
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‘SER(tão)’: o Nordeste que dança o futuro
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‘SER(tão)’: o Nordeste que dança o futuro
O espetáculo SER(tão), do grupo Movidos Dança, do Rio Grande do Norte, inicia em outubro a sua primeira turnê nacional, patrocinada pela Vale. Com coreografia e direção assinadas por Mário Nascimento, do Corpo de Dança do Amazonas, e direção artística de Anderson Leão, o espetáculo estreia no Maranhão entre os dias 11 e 15 de outubro, nas cidades de São Luís e Santa Rita, em um percurso que conecta regiões, culturas e modos de existir.
Foto: Pablo Pinheiro, cortesiaMais do que um espetáculo de dança, SER(tão) é um convite à imersão em um Nordeste futurista, onde a resistência se expressa pelo gesto, a fé pulsa em movimento e a pluralidade de corpos constrói novas paisagens poéticas. O espetáculo narra transformações e celebra a multiplicidade de estilos, atitudes e formas de ser. O espetáculo contará com recursos de acessibilidade, como intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras), audiodescrição, abafadores sonoros para pessoas com transtorno do Espectro Autista (TEA) e espaços reservados para usuários de cadeira de rodas e/ou com mobilidade reduzida.
De acordo com Daniel Silva, bailarino e diretor do grupo, o processo de montagem de SER(tão) foi um período de descoberta. “Precisávamos, junto ao coreógrafo Mário Nascimento, descortinar esse Ser que habita áreas afastadas dos grandes centros, mas que é tão detentor dos avanços da sociedade. Esse Ser que garante, com seu suor, o alimento da nação, e que produz mais do que isso: histórias, cultura, que abraça os avanços tecnológicos sem abrir mão de sua origem. Mostrando que não existe o velho e o novo, mas um Ser que pode ser tão, e ser tudo o quanto quiser”, relata.
A estreia da turnê acontece na cidade de Santa Rita (MA), com montagem e apresentação no sábado, 11 de outubro, às 19h, no Centro de Convenções José Gonçalo. Na segunda-feira, 13 de outubro, o mesmo espaço sedia a oficina Movidos à Dança, das 14h às 17h, com inscrições gratuitas, feitas pela internet.
Foto: Duda, cortesiaNa quarta-feira, 15 de outubro, a capital Maranhense recebe o espetáculo SER(tão) no Teatro João do Vale, às 19h. Em São Luís, também estão programadas duas oficinas de dança: a primeira na sexta-feira, 10 de outubro, no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), das 14h às 17h; e a segunda, na terça-feira, 14 de outubro, no Teatro Tablado Luiz Pazzini/UFMA (Praia Grande), das 15h às 17h. As atividades são gratuitas e têm inscrições limitadas também realizadas pela internet.
Em seguida, SER(tão) viaja pelo país, em direção ao Sudeste com apresentações confirmadas em Minas Gerais e Espírito Santo, para revelar ao público de lá um Nordeste que se reinventa sem perder suas raízes.
A circulação do espetáculo SER(tão) conta com patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Tem a produção da Alma do Minho e é uma realização do Movidos Dança, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.
Movidos Dança: trajetória e propósito
Movidos Dança é um grupo de dança contemporânea sediado em Natal, cujo objetivo é promover uma nova perspectiva para a dança na investigação da identidade de corpos plurais sem delimitar padrões estéticos tradicionais como meio para a execução da cena artística. O grupo foi idealizado pelo coreógrafo e diretor artístico Anderson Leão e pelo bailarino Daniel Silva, em 2018. Composto por pessoas com e sem deficiência, tem se dedicado aos estudos do movimento contemporâneo, com a proposta de fomentar e oferecer ao cenário cultural um espaço de possibilidades para a cena artística com corpos diversificados.
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