Ainda na minha saga de leitura de sondagens (sim, há malucos para tudo...):
Nas "letras pequininas", isto é, naquilo que é depositado na ERC e só porque a Lei manda, lê-se na sondagem do ISCTE de Dezembro que o número de "votos simulados" que três das possibilidades tiveram foram: Cardoso, 1 voto (0.1%), Joana Amaral Dias, 9 votos (1.0%), Jorge Pinto, 10 votos (1.1%). Estes valores a cru são depois ponderados e distribuídos, o que é normal... o que não se entende é o resultado depois da ponderação.
Em princípio, a ponderação distribui, e portanto devia dar mais para toda a gente, mas na realidade não foi isso que foi parar à comunicação social... Porquê? Ora, no documento para os resultados ponderados, eles começam por pegar na tabela de votos por ponderar, para depois fazer a ponderação. Saber como a ponderação foi feita é coisa que não vamos descobrir neste toot - lamento - mas é que o documento em questão é um documento de 66 páginas, que apresenta os dados por ponderar na página 33, e depois apresenta as páginas 34 e seguintes todas em branco... o que também me leva a perguntar se a ERC faz o mínimo de validação dos documentos que lhe são entregues.
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