Wir haben ein #Interview per Mail mit Nils #Habers, dem Vorsitzenden des #Mariana CSC Vereinskonstruktes geführt.

Hier die Antworten: https://fourtwenty.wtf/index.php/beitraege/interviews/wie-tief-ist-der-mariana-cannabis-graben-ein-interview

Scientists discover beer bottle at the deepest point of the ocean in the Mariana Trench

Dr Dawn Wright was stunned to find the 'irrevocable' damage humans have done to the planet after deep sea discovery.

unilad

Four years after the Mariana mining disaster in Brazil, river fish remained contaminated https://phys.org/news/2025-12-years-mariana-disaster-brazil-river.html

#Brazil #environment #Mariana #mining #marinelife #fish

Four years after the Mariana mining disaster in Brazil, river fish remained contaminated

Four years after the Fundão dam collapse—the world's largest mining disaster, which occurred in 2015 in the city of Mariana in the state of Minas Gerais, Brazil—a study found that fish in the Doce River were still highly contaminated by metals and other toxic substances.

Phys.org
Rio Doce communities still live with toxic water, 10 years after Mariana disaster

LINHARES, Espírito Santo, Brazil — A yellow mark stains the blue water tank sitting in the front yard of Lucimar Dias dos Santos Silva’s home. The same color, at times more intense, sometimes comes out of the faucets inside the house, or the neighbors’ water well. Lucimar, known as Preta to her friends, was born […]

Conservation news

《七嘴八舌:柯慈論語言及翻譯》:英語人士承擔得起對外在世界漠不關心,反之則不然

精選書摘 2025-12-12 20:00:00 CST諾貝爾文學獎得主柯慈、翻譯家狄莫普洛斯以文字對談,從一個文學作品的翻譯出發,探索將內容從一個語言搬到另一個語言的過程,重新審視語言是什麼、語言能做什麼。
https://www.thenewslens.com/article/261850
#母語 #歐洲移民 #語文 #荷蘭語 #翻譯家 #南非 #西班牙語 #英語 #世界語 #J.M. Coetzee #諾貝爾文學獎 #柯慈論語言及翻譯 #小說家 #語言學 #書摘導購 #七嘴八舌 #Mariana Dimópulos #阿根廷 #國家語言

《七嘴八舌:柯慈論語言及翻譯》:英語人士承擔得起對外在世界漠不關心,反之則不然 - TNL The News Lens 關鍵評論網

諾貝爾文學獎得主柯慈、翻譯家狄莫普洛斯以文字對談,從一個文學作品的翻譯出發,探索將內容從一個語言搬到另一個語言的過程,重新審視語言是什麼、語言能做什麼。

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Después de la COP 30 en Brasil El Congreso brasileño flexibiliza todo lo posible las licencias ambientales…La devastación avanza!

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En una decisión considerada uno de los dos mayores reveses ambientales de los últimos dos años, el Congreso revocó 56 y 63 vetos de Lula al Proyecto de Ley de Licencias Ambientales (o Proyecto de Ley de la Devastación). La votación tendrá lugar una semana después de la COP30, en medio de una sesión plenaria virtual e híbrida, y ha dejado en alerta máxima a ambientalistas y parlamentarios de la base gubernamental.

Los vetos derrotados protegían puntos clave del proceso de licencias, como las salvaguardias para los pueblos indígenas y las comunidades tradicionales, un mayor control por parte de las agencias federales y límites a las licencias simplificadas para proyectos de alto riesgo. Sin estas medidas, el texto final abre peligrosas lagunas para el avance de proyectos de desmantelamiento, quemas y contaminación con menor supervisión.

Uno de los puntos más graves es la revocación del veto que impedía la LAC (Licencia por Adhesión y Compromiso) para proyectos de medios potencialmente contaminantes. Esta categoría incluye las represas de Mariana y Brumadinho, dos de los mayores desastres del país. Ahora, estos proyectos pueden obtener licencias mediante procesos simplificados y autodeclarativos.

Las organizaciones socioambientales advierten contra la decisión:

  • Debilita el control estatal y reduce la seguridad de las poblaciones indígenas, quilombolas e indígenas;
  • Deja al país más vulnerable a las tragedias ambientales
  • Afecta las cadenas de valor y la pesca artesanal, que sustentan a casi 2 millones de personas;
  • Acelera la apertura de puertos, carreteras y yacimientos petrolíferos con menor supervisión.

En contraste, los parlamentarios de la oposición celebran la aprobación del discurso sobre la «seguridad jurídica» y la celeridad de los proyectos. Pero los especialistas afirman: la seguridad jurídica no existe sin seguridad ambiental, y las tragedias conllevan costos humanos, sociales y económicos extremadamente altos.

La votación también expuso una crisis política entre el Palacio de Planalto y el presidente del Congreso, Davi Alcolumbre, quien ignoró las solicitudes de justificación para posponer la sesión. El día anterior, los ambientalistas presentaron estas solicitudes en Brasilia, y yo ya anticipaba que los vetos serían revocados.

El balance es un choque de realidades: si bien Brasil se presentó en la COP30 como un líder climático, internamente aprobó una de las leyes ambientales más débiles desde la década de 1990.

@florestal_brasil

#brumadinho #comunidadesIndigenas #cop30 #licenciaAmbiental #licenciamientoAmbiental #mariana #proyectosPetroliferos

Florestal Brasil on Instagram: "Em uma decisão vista como um dos maiores retrocessos ambientais dos últimos anos, o Congresso derrubou 56 dos 63 vetos de Lula ao projeto de Lei Geral do Licenciamento Ambiental — o chamado “PL da Devastação”. A votação ocorreu uma semana após a COP30, em meio a um plenário esvaziado e semipresencial, e deixou ambientalistas e parlamentares da base do governo em alerta máximo. Os vetos derrubados protegiam pontos-chave do licenciamento, como salvaguardas para povos indígenas e comunidades tradicionais, maior controle de órgãos federais e limites para licenças simplificadas em obras de alto risco. Sem eles, o texto final abre brechas perigosas para avanço de desmatamento, queimadas e projetos poluentes com menos fiscalização. Um dos pontos mais graves é a derrubada do veto que barrava a LAC (Licença por Adesão e Compromisso) para empreendimentos de médio potencial poluidor. É nessa categoria que se enquadravam as barragens de Mariana e Brumadinho, dois dos maiores desastres do país. Agora, obras desse porte podem ser licenciadas por processos simplificados e autodeclaratórios. Organizações socioambientais alertam que a decisão: • fragiliza o controle estatal e reduz segurança para populações ribeirinhas, indígenas e quilombolas; • deixa o país mais vulnerável a tragédias ambientais; • compromete cadeias como a pesca artesanal, que sustenta quase 2 milhões de pessoas; • acelera a abertura de portos, estradas e frentes de petróleo com fiscalização reduzida. Em contraste, parlamentares da oposição comemoraram a aprovação sob o discurso de “segurança jurídica” e agilidade para obras. Mas especialistas lembram: segurança jurídica não existe sem segurança ambiental — e tragédias carregam custo humano, social e econômico altíssimo. A votação também expôs a crise política entre o Planalto e o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, que ignorou pedidos da base para adiar a sessão. Um dia antes, ambientalistas realizaram atos em Brasília, já prevendo que os vetos seriam derrubados. O saldo é um choque de realidades: enquanto o Brasil discursou na COP30 como líder climático, internamente aprovou uma das legislações ambientais mais frágeis desde os anos 1990."

1,161 likes, 239 comments - florestal_brasil on November 27, 2025: "Em uma decisão vista como um dos maiores retrocessos ambientais dos últimos anos, o Congresso derrubou 56 dos 63 vetos de Lula ao projeto de Lei Geral do Licenciamento Ambiental — o chamado “PL da Devastação”. A votação ocorreu uma semana após a COP30, em meio a um plenário esvaziado e semipresencial, e deixou ambientalistas e parlamentares da base do governo em alerta máximo. Os vetos derrubados protegiam pontos-chave do licenciamento, como salvaguardas para povos indígenas e comunidades tradicionais, maior controle de órgãos federais e limites para licenças simplificadas em obras de alto risco. Sem eles, o texto final abre brechas perigosas para avanço de desmatamento, queimadas e projetos poluentes com menos fiscalização. Um dos pontos mais graves é a derrubada do veto que barrava a LAC (Licença por Adesão e Compromisso) para empreendimentos de médio potencial poluidor. É nessa categoria que se enquadravam as barragens de Mariana e Brumadinho, dois dos maiores desastres do país. Agora, obras desse porte podem ser licenciadas por processos simplificados e autodeclaratórios. Organizações socioambientais alertam que a decisão: • fragiliza o controle estatal e reduz segurança para populações ribeirinhas, indígenas e quilombolas; • deixa o país mais vulnerável a tragédias ambientais; • compromete cadeias como a pesca artesanal, que sustenta quase 2 milhões de pessoas; • acelera a abertura de portos, estradas e frentes de petróleo com fiscalização reduzida. Em contraste, parlamentares da oposição comemoraram a aprovação sob o discurso de “segurança jurídica” e agilidade para obras. Mas especialistas lembram: segurança jurídica não existe sem segurança ambiental — e tragédias carregam custo humano, social e econômico altíssimo. A votação também expôs a crise política entre o Planalto e o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, que ignorou pedidos da base para adiar a sessão. Um dia antes, ambientalistas realizaram atos em Brasília, já prevendo que os vetos seriam derrubados. O saldo é um choque de realidades: enquanto o Brasil discursou na COP30 como líder climático, internamente aprovou uma das legislações ambientais mais frágeis desde os anos 1990.".

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