#MurderEveryMonday Crime fiction title with an evaluative adjective

When Kate reminded us of this week’s #MurderEveryMonday theme, my first thought was for H. R. F. Keating because I had noticed a pattern in some of his books:

  • The Bad Detective
  • The Good Detective
  • The Soft Detective
  • The Rich Detective

These are standalone’s and I never read anything by Keating, but I’m curious about his writing. He was president of the Detection Club between 1985 and 2000. I do have two related books in my immediate TBR: Agatha Christie: First Lady of Crime, essays edited by him, and The Verdict of Us All – edited by Peter Lovesey, a collection of short stories by The Detection Club’s members in honour of Keating’s 80th birthday, which include before each work a memory or contact these writers had of H.R.F. Keating.

#BookLook #books #ColecçãoVampiro #CrimeFiction #DetectionClub #HRFKeating #livros #Policiais

Comecei ontem e parece-me que será uma leitura desafiante.

#livros #leituras #bookstodon #mariavelhodacosta

A cedar stump holds out its dead limb to the light of the setting sun. There are endless variations on the theme of rock, cedars and water below. Often, to get a good picture at the cliff's edge you have to lean out over the precipice as far as you dare, keeping in mind that only one such fall is allotted to you in this life.
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Natural landscapes of the Niagara escarpment
Richard Kosydar
#livros #books
Romance japonês genial sobre o silêncio: "O Museu do Silêncio" (2000), de Yoko Ogawa.
https://sol2070.in/2026/04/museu-do-silencio-yoko-ogawa/
#livros
Quando o silêncio diz tudo

Romance surpreendente e genial: 'O Museu do Silêncio', de Yoko Ogawa. Um museólogo chega numa cidade isolada em um vale para ajudar a criar um museu…

sol2070
Coffee table books are purchased primarily as thoughtful gifts. The purchaser skims through, thankful and relieved to have found a relevant and thoughtful gift. The recipient skims through, glancing at the photos, pleased to have received such a thoughtful gift. The book industry is pleased and relieved to have sold something.
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Natural landscapes of the Niagara escarpment
Richard Kosydar
#livros #books

As raízes afetivas da barbárie

Em nova obra, lançada pela Ubu Editora, Vladimir Safatle debate a centralidade do indivíduo contemporâneo. Impelido à competição, ele torna-se cada vez mais indiferente, abrindo terreno para violência autoritária contra tudo o que é coletivo. Leia um trecho e concorra a exemplares

https://outraspalavras.net/blog/as-raizes-afetivas-da-barbarie/

#Livros “Uma Teoria Feminista da Violência” de Françoise Vergès https://dezanove.pt/uma-teoria-feminista-da-violencia-de-francoise-verges-2446596/
"Uma Teoria Feminista da Violência" de Françoise Vergès - Dezanove

Foi publicada, em Janeiro do presente ano, pela Orfeu Negro a obra Uma Teoria Feminista da Violência para uma política anti-racista da proteção, de Françoise Vergès, originalmente editada em França, em 2020. Autora de livros como Decolonizar o Museu e Feminismo Decolonial, Vergès propõe nesta obra uma reflexão crítica sobre as formas contemporâneas de pensar a violência e a sua protecção. O livro está dividido em três capítulos – A violência neoliberal, A abordagem civilizadora da proteção das mulheres e O impasse do feminismo punitivo – terminando com uma conclusão em que o feminismo decolonial é apresentado como horizonte utópico. Ao longo da obra, Vergès desenvolve uma crítica ao recurso quase espontâneo ao sistema penal como resposta à violência e como mecanismo de proteção das populações chamadas vulneráveis. A autora reconhece que a sua análise não apresenta soluções concretas para pôr fim às violências de género e sexuais. O seu objectivo é antes contribuir para uma reflexão mais ampla: “compreender a violência como elemento estruturante do patriarcado e do capitalismo”, e não como uma mera especificidade masculina ou um desvio individual. O livro procura, assim, imaginar uma sociedade pós-violenta – entendida não como uma sociedade sem conflitos, mas como “uma sociedade que não naturaliza a violência, que não a celebra e que não a coloca no centro da sua narrativa de poder.” Vergès assume uma posição claramente crítica face ao feminismo carcerário e punitivo – “corrente do feminismo favorável a uma extensão da esfera penal e que apela à criminalização de certos actos, sem se questionar sobre quem é algo dessa criminalização.” Violência neoliberal No primeiro capítulo, Vergès articula a violência com o neoliberalismo, mostrando como este reorganiza as hierarquias sociais e redefine quem merece proteção. Citando Angela Davis – “não se pode militar pela igualdade das mulheres sem reconhecer que as mulheres, oprimidas enquanto tais, também são oprimidas pelas suas origens raciais e sociais” – a autora sublinha a importância de uma análise interseccional. Vergès identifica uma divisão persistente entre uma humanidade considerada digna de protecção e outra que pode ser dispensada dela. Para Vergès, esta divisão continua a “ser tangível e organizadora do mundo social”. A proteção, apresentada como universal, é na prática selectiva: é reservada a determinadas populações, enquanto outras são expostas à violência do Estado ou à negligência institucional. Vergès refere que “quando a protecção está sujeita a critérios de raça, classe, género e sexualidade, contribui, pela sua lógica e pela sua aplicação, para a dominação. Uma política serve a outra, ou seja, a política de proteção do Estado racista e patriarcal precisas destas distinções entre quem tem direito à proteção e quem não o tem.”  A abordagem civilizadora da protecção das mulheres No segundo capítulo, a autora analisa aquilo que designa como uma abordagem civilizadora da protecção das mulheres, introduzindo o conceito de femo-imperialismo. Para Vergès “o femo-imperialismo adoptou definitivamente a noção de género (que designa aqui exclusivamente as mulheres, vistas como um todo) e fórmulas feministas (liberdade de circular, de dispor do corpo) para promover uma política de integração das mulheres africanas num sistema bancário e económico dominado pelo Ocidente, continuando, ao mesmo tempo, a responsabilizar as mulheres africanas pelo estado do continente.” Vergès mostra que esta abordagem instrumentaliza direitos das mulheres para justificar políticas de controlo e exclusão, transformando-as em devedoras do sistema bancário e legitimando interesses imperialistas. O impasse do feminismo punitivo No terceiro capítulo, Françoise Vergès aprofunda a crítica ao feminismo punitivo, defendendo que a expansão do sistema penal não resolve as causas estruturais da violência. Pelo contrário, contribui para a consolidação de um Estado penal que incide de forma desproporcional sobre populações racializadas e empobrecidas. O recurso à punição tende a individualizar a violência, despolitizando-a e obscurecendo as suas raízes sistémicas. A autora sugere que este modelo conduz a um impasse: ao procurar proteção através de instituições que produzem violência estrutural, o feminismo punitivo corre o risco de reforçar as mesmas lógicas que pretende combater. Nesse sentido, a autora sublinha que “existem vários feminismos” e que há “lutas de mulheres em número suficiente que não seguem esta orientação”, o que legitima a existência de feminismos de libertação anticarcerária. Conclusão – o feminismo decolonial como utopia Na conclusão, Vergès apresenta o feminismo decolonial como horizonte político e utópico. Não se trata de uma utopia abstrata mas de um projeto que implica desmantelar as estruturas de poder racistas, capitalistas e patriarcais que sustentam a violência. Imaginar uma sociedade pós-violenta exige deslocar o foco da punição para a transformação estrutural, do controlo para o cuidado, e da exclusão para a solidariedade. Em suma, Uma Teoria Feminista da Violência para uma política anti-racista da proteção é uma obra que desafia consensos e convida à reflexão crítica sobre os limites das respostas penais à violência. Vergès propõe a necessidade de repensar profundamente o que entendemos por protecção e justiça. . ISBN: 9789899225411 Editora: Orfeu Negro Data de publicação: Janeiro de 2026 Tradução: Pedro Elói Duarte Nº de páginas: 191

Dezanove
#Livros Mulheres em “estado de emergência”: Greta Edições publica “Cadelas Vadias” https://dezanove.pt/mulheres-em-estado-de-emergencia-greta-edicoes-publica-cadelas-vadias-2446570/
Mulheres em “estado de emergência”: Greta Edições publica “Cadelas Vadias” - Dezanove

Treze mulheres mexicanas a desafiar a “cabra da vida”, pintadas através de uma escrita crua e despojada e que vêm à vida através de uma edição gráfica igualmente cativante: assim é a edição portuguesa de Cadelas Vadias (“Perras de reserva”, no original), de Dahlia de la Cerda. Greta Edições, editora ligada à livraria Greta, publica assim mais uma edição própria, a primeira tradução integral associada ao seu nome.

Dezanove

palerma

A mensagem saiu via WhatsApp. Mas, como estamos em Portugal, segue o percurso dos CTT, demora a ser lida.

Não colei bem o selo? Foi para a morada errada? Aqui tudo pode acontecer, já se sabe que no amor também há pirataria. Um pretendente que desvia a correspondência, um carteiro mal-intencionado, um atraso por greve.

Cinco minutos.

Trezentos segundos.

Ainda não tem um visto de leitura. Muito menos uma resposta. E eu sem ter com quem reclamar.

É WhatsApp. Não posso ir aos correios explicar que aguardo, há uma eternidade, a resposta do meu amor.

Trezentos e cinquenta e dois segundos agora. Eu à espera.

Deveria ter um WhatsApp azul, desses que chegam mais rápido. O pensamento é parvo. O amor é parvo. Eu estou a ser parvo.

Palerma.

Estamos em Portugal, estamos cheios de palermas e eu faço parte desse grupo. Dos apaixonados. Dos palermas. Dos palermas apaixonados.

E isso é estúpido.

E isso é amor.

@almacaeira

#amor #escrita #Livros #Romance

Ontem chegou-me a reserva da #BiblioLED! Nada mais que o audiolivro de A Irmandade do Anel, narrado pelo Andy Serkis!

#aler #livros #currentlyreading #books #tolkien #jrrtolkien #bookstodon #audiolivros #audiobooks