📰 O Observador publicou uma reportagem acerca da história do #funaná e de outros géneros musicais típicos de #CaboVerde, que foram alvo de repressão durante o período colonial português. Rui Cidra foi um dos entrevistados. 🇨🇻

👉 https://observador.pt/especiais/funana-como-a-independencia-de-cabo-verde-libertou-esta-festa-dancada/

📷 Black Power: Norberto Tavares, José Sanches Tavares, Dô, João "Djon" Emanuel Duarte e Manuel Teixeira

#Histodons #EstadoNovo #ColonialismoPortuguês #IndependênciaDeCaboVerde #Dance #Dança #Resistance #Resistência #PortugueseColonialism

📰 Rui Cidra foi entrevistado pela Agência Lusa a propósito do seu trabalho de investigação sobre o #funaná, o #batuco e a #tabanca — géneros musicais cabo-verdianos reprimidos pelas autoridades coloniais portuguesas — na aproximação da celebração dos 50 anos de independência de Cabo Verde a 5 de Julho. 🇨🇻

https://www.rtp.pt/noticias/cultura/em-santiago-o-funana-era-ato-de-insubmissao-quotidiano-contra-o-regime-colonial_n1665780

#Histodons #Anthropodons #HistoryOnTheMedia #PortugueseColonialism #CapeVerde #CaboVerde #ColonialismoPortuguês #Santiago #IndependênciaDeCaboVerde #Resistência

Em Santiago, o funaná era ato de insubmissão quotidiano contra o regime colonial

O funaná não fez parte da banda sonora do movimento pela independência de Cabo Verde, mas tocar este género reprimido pelas autoridades coloniais era um ato de insubmissão quotidiano por parte dos músicos.

Em Santiago, o funaná era ato de insubmissão quotidiano contra o regime colonial