San Sebastian-Bound ‘Dolores’ from Brazil Picked Up by The Open Reel

Leading Italian sales agent and production company The Open Reel has seized international sales rights to San Sebastian-bound ‘Dolores.’

Variety
Crítica | "Tesouro" reflete sobre um passado repleto de dor

Com memórias amargas de um passado repleto de dor, o longa "Tesouro" acompanha a tragétoria de uma filha em busca de respostas.

Portal GeekPop News

Escrito e dirigido por Alberto Araújo, O Voo do Anjo é um longa-metragem de ficção, drama, onde a sensibilidade está na sutileza dos diálogos, na poesia, na fotografia, nos silêncios reveladores, no ritmo. Protagonizado por Othon Bastos e Emílio Orciollo Netto, o longa chega aos cinemas brasileiros em 24 de outubro com distribuição da Califórnia Filmes. A produção é da Fata Morgana-Olhar Cinematográfico de Goiânia.

https://www.youtube.com/watch?v=GAnV66iImGI

Rodado em Goiânia, com algumas sequências em Paraúna (GO), cidade de ecoturismo do Estado, o longa traz ao centro Vitor Almeida Falcão (Bastos) como um professor de Física aposentado. Apreciador de música clássica, vinho e poesia, é fã de Augusto dos Anjos, ‘o poeta da angústia’. Morando numa cobertura luxuosa com seu único filho Renan (Gustavo Duque), um cirurgião plástico, ele passa boa parte do tempo sozinho, mas tudo muda com a chegada inesperada de Arthur (Orciollo Netto).

O jovem Arthur é um professor universitário de sociologia que caiu numa forte depressão, abandonou tudo e trabalha como entregador de refeições. Ele tem um grande trauma do passado e busca a expiação de uma forma irreversível.

“O filme coloca o delicado tema do suicídio na mesa de forma sensível e respeitosa, buscando entender a cabeça e o coração de quem convive com este fantasma. E mais que isso, mostra que com o devido apoio, a pessoa consegue sair desse túnel escuro e redescobrir a alegria de viver”

Alberto Araújo, diretor

O Voo do Anjo tem equipe técnica e artística de Goiânia e retrata a cidade como realmente é; rica e bela, com um povo acolhedor, que tem um pé firme nas tradições e o outro na modernidade.

“A obra pretende refletir sobre a beleza da vida, sobre a resiliência e a necessidade dos seres humanos enfrentarem seus medos e vencerem seus desafios”

O elenco conta ainda com Dani Marques (Karina, esposa de Arthur), Cida Mendes, (Dora, colaboradora) Ana Flávia, (doutora Sônia, noiva de Renan), Mauri de Castro, (doutor Marcus Vinícius, cirurgião plástico), Franco Pimentel (Sandro Dias, psicólogo) e a menina estreante Catarina Meneghel de Borba, que interpreta Aurora, filha de Arthur e Karina.

O Voo do Anjo será lançado no Brasil pela Califórnia Filmes. O projeto é vencedor da Lei Paulo Gustavo (LPG) da Prefeitura de Goiânia, Edital de Chamada Pública nº 1/2023 de Audiovisual Goiânia.

https://mauricioaraya.com/2024/09/10/protagonizado-por-othon-bastos-e-emilio-orciollo-netto-o-voo-do-anjo-estreia-em-outubro/

#AlbertoAraújo #AnaFlávia #CalifórniaFilmes #CatarinaMeneghelDeBorba #CidaMendes #DaniMarques #EmílioOrciolloNetto #FrancoPimentel #goiânia #GustavoDuque #MauriDeCastro #OVooDoAnjo #OthonBastos #Paraúna

O Voo do Anjo - Trailer oficial

YouTube

O Corvo, novo filme estrelado por Bill Skarsgård e FKA twigs estreia nesta quinta-feira, 22 de agosto, em mais de 150 salas espalhadas por todo o Brasil. Com distribuição da Imagem Filmes em parceria com a California Filmes, o longa traz para as telonas uma narrativa que mescla romance, vingança e muita ação.

Para o diretor Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador, A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell), O Corvo é a mistura perfeita de dois gêneros: ação/thriller de vingança e romance. A trama acompanha o casal Eric Draven e Shelly Webster, almas gêmeas que dividem um passado sombrio e ajudam um ao outro na cura de seus traumas. Quando eles são brutalmente assassinados, Eric se vê entre a vida e a morte e embarca em uma jornada de vingança para tentar salvar o seu verdadeiro amor.

https://www.youtube.com/watch?v=jcwnwaN6k9U

O Corvo é o anti-herói original. Sua história é sobre perdas trágicas, sobre lidar com a dor de tudo que vem com a perda de alguém que você ama, algo que todos nós encaramos em algum momento de nossas vidas. É sobre a escura sombra de tristeza, sobre o que faríamos se algo tão significativo fosse tirado de nós. (…) Estou muito satisfeito por ter trabalhado com dois jovens atores cujas atuações são a espinha dorsal deste filme. Bill Skarsgård é tão comprometido e vulnerável, monstruosamente violento e delicadamente afetuoso, ele traz tantas camadas à complexo emoção de um homem consumido por tanto amor e ódio, mas também de um homem que fará qualquer coisa pela mulher que ele ama. Ele luta, entorpecido pela dor e pela tristeza, matando e mutilando quem ele ama. FKA twigs também traz o mesmo estilo único e talento maravilhoso de todos os seus outros trabalhos, e seu desempenho e o vácuo criados por sua ausência, sem dúvida, dão a razão para o nascimento deste Corvo”, diz Sanders.

Filme protagonizado por Bill Skarsgård, O Corvo chega aos cinemas: com FKA twigs no elenco, adaptação das clássicas histórias em quadrinhos criadas por James O’barr é dirigida por Rupert Sanders

O filme é uma nova adaptação das clássicas histórias em quadrinhos criadas por James O’barr, que começou a ser publicada de forma independente em 1981, e influenciou toda a geração futura com seu visual macabro e referências góticas, contando com 750 mil exemplares vendidos até os dias de hoje.

A trilha sonora da obra conta com artistas com nomes de peso como Enya, Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott. Além das estrelas Bill Skarsgård e FKA twigs, o elenco de O Corvo ainda inclui Danny Huston (O Convento), Jordan Bolger (A Mulher Rei), Laura Birn (Caçada Mortal) e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.

O longa marca a estreia da cantora e produtora musical FKA twigs nos cinemas como atriz. “Eu queria interpretar Shelly porque ela parecia uma versão ampliada de mim mesma”, revelou a artista sobre a sua personagem. Ela entrega uma performance ao mesmo tempo delicada e sombria na pele de Shelly Webster e ao lado de Skarsgård, que já brilhou em outras obras sinistras como It – A Coisa e Noites Brutais, eles vivem o casal protagonista do longa, mostrando que o amor verdadeiro nunca morre.

https://mauricioaraya.com/2024/08/22/filme-protagonizado-por-bill-skarsgard-o-corvo-chega-aos-cinemas/

#BillSkarsgård #CaliforniaFilmes #DannyHuston #DavidBowles #FKATwigs #ImagemFilmes #JordanBolger #LauraBirn #OCorvo #RupertSanders

O Corvo | Trailer Legendado | 22 de Agosto nos Cinemas

YouTube

Dois dos atores europeus mais interessantes da atualidade protagonizam o drama A Musa de Bonnard, um dos maiores sucessos no Festival Varilux de Cinema Francês de 2023. Vincent Macaigne (Vidas Duplas) e Cécile de France (Além da Vida) interpretam o pintor Pierre Bonnard e sua Marthe de Méligny, no filme que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 6 de junho, com distribuição da California Filmes, em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Maceió, Niterói, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São José dos Campos.

Dirigido por Martin Provost (A Boa Esposa), o longa acompanha o relacionamento de cinco décadas, repleto de altos e baixos e marcado pela arte. O roteiro é assinado pelo diretor e Marc Abdelnour.

Provost conta que, desde a infância, é encantado pela obra de Bonnard, em especial um quadro retratando Marthe, que chegou a colar uma reprodução da obra na parede de seu quarto. “Eu era muito jovem para entender isso, mas algo nesta imagem me fascinou, sua sensualidade e a estranheza. Era como se fosse uma janela que se abrisse para outro mundo”. E é esse clima que ele imprime em seu longa.

Um dia, o cineasta foi procurado por Pierrete Vernon, sobrinha-neta de Marthe, que queria um filme sobre sua ancestral. “Para ela, o seu papel de Marthe era fundamental no trabalho do marido e não foi suficientemente apreciado. Poderíamos dizer que Marthe se tornou o emblema e o fetiche disso, aparecendo em mais de um terço da obra do pintor. Mas ela permaneceu, para a opinião pública, uma pessoa perturbada e manipuladora, enquanto Pierrette via Marthe como uma mulher que sacrificou ela mesma pelo bem do trabalho de Pierre”.

A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)A vida do pintor francês Pierre Bonnard (1867-1947) e de sua esposa, Marthe de Méligny (1869-1942), ao longo de cinco décadas. O homem que seu país natal apelidou de “pintor da felicidade” não seria o pintor que todos conhecem sem a enigmática Marthe que sozinha ocupa quase um terço da sua obra (Foto: California Filmes, cortesia)

Provost explica que reduzir Marthe ao papel de musa seria incorreto. “Como também seria enganoso e igualmente degradante reduzi-la a uma vítima impotente, devorada por um predador genial e juntando-se à longa lista de artistas famosos companheiras, objetivadas por um olhar masculino em sociedades ainda fundamentalmente patriarcais”.

Marthe tinha uma personalidade forte, e escondeu de Pierre partes significativas de sua vida passada, fazendo um nome e um personagem para si mesma. Ela vivia em uma mentira, mas, ao mesmo tempo, estava fugindo das falsas pretensões: era uma combinação de sinceridade e mitomania. Ao se retirar do jogo social, ela levou Pierre consigo, compartilhando seu amor pela solidão e pela natureza. Marthe poderia ter sido pintora. Com Pierre ao seu lado, seu desejo de pintar cresceu e um dia ela foi em frente, sob uma terceira identidade, Marthe Solange.

“Ao começar a trabalhar no roteiro, percebi que era uma história de amor comovente, escondendo por trás da lenda de seu relacionamento íntimo e falsamente isolado. Com Pierre e Marthe, nada era simples. Nem a doçura e o egoísmo de Pierre, nem a mitomania de Marthe, nem o papel decisivo que ela parecia ter desempenhado ao seu lado, e nem mesmo as pinturas de Pierre, nas quais, por trás de uma aparente representação de felicidade, cada detalhe é usado para desorientar ainda mais o público”.

https://blogdomauricioaraya.com/2024/06/05/de-martin-provost-a-musa-de-bonnard-estreia-nos-cinemas/

#AMusaDeBonnard #BeloHorizonte #Brasília #CaliforniaFilmes #CécileDeFrance #Cinema #Curitiba #Filmes #Fortaleza #Maceió #MarcAbdelnour #MartheDeMéligny #MartinProvost #Niterói #PierreBonnard #PierreteVernon #Recife #RioDeJaneiro #Salvador #SãoJoséDosCampos #SãoPaulo #VincentMacaigne

De Martin Provost, ‘A Musa de Bonnard’ estreia nos cinemas

Sucesso no Festival Varilux, filme traz história do conturbado casamento do pintor Pierre Bonnard e sua musa Marthe.

Blog do Maurício Araya
Imagem Filmes anuncia estreia de O Corvo para junho

Imagem Filmes anuncia estreia de O Corvo para junho! Bill Skarsgård e FKA twigs estrelam a nova versão de ‘O Corvo'

Alternativa Nerd
Crítica | Filme | Ursinho Pooh – Sangue e Mel

Produção independente leva os personagens infantis criados por A. A. Milne aonde nenhum bichinho de pelúcia merecia ir, o gênero slasher.

CriCríticos
Garra de Ferro | Ganha trailer legendado!

Zac Efron e Jeremy Allen White estrelam Garra de Ferro, um drama emocionante de luta-livre. Não perca a estreia!

Alternativa Nerd