Um dos maiores desafios de dialogar com pessoas religiosas me parece lembrá-las que as ideias delas tem implicações práticas. Independente de religião, chamar as pessoas à responsabilidade é sempre um exercício quando o interlocutor não está disposto a lidar com as consequências de seus atos.
Minha grande dificuldade no momento é canalizar a indignação com o momento político brasileiro em algo produtivo. Um certo sentimento de indignação paralisante.