Um guia completo sobre o vazio primordial na mitologia grega e em outras culturas, explicando a origem do cosmos, do caos e da ordem.
Um guia completo sobre o vazio primordial na mitologia grega e em outras culturas, explicando a origem do cosmos, do caos e da ordem.
O luto não passa. Ele muda de forma, aprende a morar em você — ou você nele.
Um texto sobre perdas que não se vão, apenas se transformam.
Leia o texto completo no site.
Raiva como último sentimento vivo traz à tona a luta interna. Descubra como essa emoção pode iluminar a escuridão.
Descubra a profundidade da 'Conversa íntima com o vazio'. Uma reflexão sobre a ausência e suas exigências na vida.
A beleza das coisas que apodrecem lentamente nos ensina sobre a honestidade e a fragilidade das promessas e dos sentimentos.
O dia em que parei de querer ser salva não teve luz nem redenção. Teve silêncio. Desistir da esperança não foi desistir de viver — foi parar de negociar minha existência com futuros imaginários e mãos que nunca chegaram.
A Menina Que Brilhava Demais – Capítulo 4: A Mulher do Vento
Certa tarde, quando o céu parecia preso em eterno cinza, a menina — já mais crescida — saiu para caminhar sem rumo. Era um desses dias em que o corpo anda, mas a alma fica sentada num canto qualquer, pensando em desistir de tudo. Foi quando o vento mudou. Ele não vinha como brisa. Nem como tempestade.Era um vento curioso, que parecia procurar alguém.
Quando a dor deixa de ferir e passa a acolher, algo se quebra — ou se acomoda.
Há um momento em que o abismo vira colchão, e o sofrimento, lar.
Um texto sobre sobreviver… e o perigo de confundir isso com viver. 🕯️
Memento Mori
Memento mori é mais do que um lembrete macabro pendurado na parede da alma — é um convite para a festa caótica da existência. Imagine o instante exato em que a lâmina da realidade passa rente à sua pele: é ali que você sente, de verdade, o gosto do seu próprio sangue e a eletricidade viva da urgência. Quando você sussurra “lembra que vai morrer”, não está se condenando ao medo, mas acendendo um pavio interno. É como se dissesse: “Ei, vida, tô te vendo…
Descobri tarde demais:
a normalidade também pode ser um gatilho.
A paz senta ao meu lado
e começa a listar ausências.
O caos, pelo menos, não pergunta nada.
Ele só queima.
E às vezes, queimar
é a única forma de sentir algo.