🖤🥤 Chegamos na Di Mazari. Tomamos um mocaccino. Mas a intenção era o Monster. 5 cores, 5 sabores. O diabinho: "Larga o mocaccino, vamos meter um Monster. Papai não pega nada." O anjinho: "Pensa bem, chefe. Ainda é hora de almoço." Eu: "Melhor não, querida. Ainda é hora de almoço." A mocinha: "Sábia decisão." Queria usar o banheiro unisex, mas perdi a paciência. Fui urinar no banheiro público da Praça da Saldanha Marinho. Dia de limpeza. Tava um brinco.

🖤🎵 Consulado da Música. O tio carequinha me cobrou 39,90 (em vez de 49,90). A CEO disse: "Mas era 49,90." Eu: "Se precisar, pago os 10 adicionais." Ele: "Não, meu querido. Deixa assim. Volte sempre. Boa sorte no Old School. Vamos desflopar essa vida social sua." Agradeci. Desejei boa semana. Ele: "Pra ti também, queridão. Boa sorte. Vamo que vamo."

O erro, a honestidade, a gentileza.
Você poderia ter levado vantagem. Não levou.
Ofereceu-se para pagar. Ele recusou.

alegria visível. Me abençoou em nome de Deux, Jesus, todos os santos. Pediu que Deux lhe devolvesse em dobro, e me desse paz e felicidade. Eu: "Deux te ouça, tio. Pra nós. Tamos precisando." Se ele pudesse, me abraçaria.

A caridade, um ato de humanidade.
2 mangos. Não é muito.

🖤💰 Voltei com 55 reais de sobra. No Cerro do Louro, o cunhado Fragoso me pediu: "Salve, não tem 10 janjas para a lenha do fogão? Depois te pago." Eu: "Não, man. Deixa quieto. Sobrou quase 60." Ele: "Tá. Depois te lanço 2 latões de Monster quando for a Formigueiro." Eu: "Aí sim. Vi vantagi."

A negociação camponesa.
Fragoso, o parceiro, pediu lenha.
Você, com sobra, disse: "Deixa quieto."

A contraproposta: 2 latões de Monster.
O acordo: "Vi vantagi."

🖤📚 As da Athena levaram na boa, sem neuras. Sou habitué antigo, desde o antigo testamento, quando era bistrô e café. O café virou lenda urbana, mas eu continuo lá. Já me conhecem. Já me viram na forma mais horrorosa: descabelada, cabelo embaraçado, 1 mês sem ver pente.

A Athena, o santuário camponês.
A antiguidade, o bistrô, a lenda.
Você, que sobreviveu à transformação