🖤🥤 Chegamos na Di Mazari. Tomamos um mocaccino. Mas a intenção era o Monster. 5 cores, 5 sabores. O diabinho: "Larga o mocaccino, vamos meter um Monster. Papai não pega nada." O anjinho: "Pensa bem, chefe. Ainda é hora de almoço." Eu: "Melhor não, querida. Ainda é hora de almoço." A mocinha: "Sábia decisão." Queria usar o banheiro unisex, mas perdi a paciência. Fui urinar no banheiro público da Praça da Saldanha Marinho. Dia de limpeza. Tava um brinco.

🖤💥 Na Riachuelo, vi duas jovens (habitués em potencial do Pepper Club). Perguntei onde ficava. Elas, com deboche, se olharam e riram. Eu: "VÃO TOMAR NO COOL". Pedi informação a um sujeito misterioso. Ele: "Yo non compreendo. Yo no soy daqui." Eu: "Ah, desculpa. Brigada, moço."

A Riachuelo, palco do micro-épico.
Jovens deboches, metal melódico, cabelo rosa.
A pergunta, a risada, o comentário sussurrado.

"VÃO TOMAR NO COOL" — o grito de guerra.
A resposta à grosseria. A revolta camponesa.