"Para já, com os indicadores que temos, parece-nos que é uma competição que está atrativa, na medida em que há incerteza nos resultados, há muitas posições em aberto, há muita disputa por várias posições, e isso torna a competição muito apelativa."

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Sofia Teles: “Sabemos dos riscos de dar um passo fora de tempo rumo à profissionalização”

Sofia Teles, diretora da FPF para o futebol feminino, analisa o novo figurino competitivo da Liga BPI e a expansão da formação nacional. A dirigente deixa avisos claros sobre o futuro: a profissionalização não pode ser um passo “do pé para a mão”, considerando que o atual modelo de dez equipas terminou com a era dos jogos fáceis em Portugal.

Magriça - Futebol Feminino
Infelizmente, continua a confundir-se estes conceitos. Na minha opinião, a competição está efetivamente mais competitiva mas menos apelativa, porque o nivelamento da Liga foi feito por baixo. A qualidade de futebol das principais equipas baixou significativamente. Para além disso, o facto de haver menos jogos da Liga faz com que os adeptos percam interesse porque há, por vezes, intervalos de várias semanas entre jornadas consecutivas.
Na minha opinião, para manter uma liga com apenas dez equipas, como atualmente, ou mesmo doze, só com um modelo que aumente o número de jogos, por exemplo terminando com uma fase a eliminar, como nos campeonatos de futsal.