É um verdadeiro delito cultural que aos galegos e galegas nom se nos exponha à produçom cultural lusófona. Na escola e na sociedade prima-se sistematicamente que conheçamos a literatura, o cinema e a música em espanhol, todas elas, com todos os seus sotaques, da Argentina ao México, para os compreendermos bem, enquanto o mínimo contato com trabalhos feitos nessa língua 'alheia' que é o "português", e que nasceu na nossa terra, se mantém no âmbito do ignoto. E só por motivos políticos. Por um.
Apareceu, nom sei como, no meio doutros, este livro precioso, q nom fijo parte da minha infância, e daquela como agora seria impossível eu entrar numha livraria ou numha biblioteca e com toda normalidade (a q deveria ser) levá-lo editado na sua língua original. Por isso hoje o lim traduzido, atravês do espanhol, o q impom a escola e o mercado. Só pudem apenas tocar o seu brasileiro entre linhas, atravês dos erros do tradutor, que deixou usos exóticos em castelhano como os 'combinar' ou 'legal'.
@kikebenlloch "Legal" nom é estrano em castelám. Eu no País Basco adoitava escuta-lo bastante e nom precissamente entre galego-falantes.
@kikebenlloch Você poderia explicar melhor quais são os "motivos políticos"? Achei muito interessante sua reflexão.