@rcdc3@bie meu caso funcionaria melhor com uma quantidade absurda de doces macios e crocantes ao mesmo tempo, mas é uma pena que esse tem que ser um tratamento de curtíssimo prazo devido aos efeitos colaterais fortíssimos que podem até piorar os sintomas principais
@rcdc3@estaeasy que nem, no meu caso. Eu ~tinha recomendação pra cetamina. Passou um tempo, análise aqui, testes ali, uma terapia mais adequada, uma (anterior) internação e vois-la: borderline. Imagina se tomo um negócio desse sem necessidade?
@agatha@bie@estaeasy claro! Caso refratário é quando tenta outras medicações, de forma escalonada, e o transtorno (ou a doença) não apresenta uma melhora, nem que seja parcial. Nessas situações, partem para medicações que são para pacientes que já tentaram de tudo antes e o organismo não respondeu
@bie@pandoraxblue@estaeasy faziam pra todo mundo e de forma bem desumana. Hoje é usado só como última opção, o paciente recebe sedação para não sentir dores, é feito no centro cirúrgico, os sinais vitais são monitorados durante todo o processo, a carga elétrica é específica. Está mais seguro e é reservado para casos bem graves (catatonia e etc)