Acordei agora de um sonho que parecia filme de família com produção executiva do meu subconsciente.
Eu tava escrevendo um livro sobre cultura trans, com participação especial da minha irmã mais velha (já falecida), da sobrinha Zizica e da minha finada mãe. Terminei o manuscrito, anunciei que ia entregar na biblioteca. Aí elas me perguntaram: “Mas será que vão entender ou apreciar essa obra como deve, filhote?”. Eu respondi: “Assim espero.”