Entre a dor de Sartre e a magia de Bergier, continuo a ser esse leitor que descobre mundos onde outros apenas veem papel. Hoje, ao olhar para os livros que me acompanham, sinto-me como o Constantino, o guardador de vacas e de sonhos. Sou um guardador de memórias e de esperanças que sobrevivem em cada página que decidi não deixar partir. Tal como a personagem de Redol, sigo o meu caminho guardando o que é essencial: o sonho que ninguém nos pode tirar

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