O melhor texto q li sobre o assunto nos últimos tempos. O único pinguinho d sal q coloco nele é q não temos ferramentas pra verdadeiramente fazer frente a isso q não seja uma resposta revolucionária. Ela pintou esse quadro ao longo do texto inteiro: o andamento do capital deu a toada dessa nova misoginia; o nó górdio é também o capital. Se tudo isso lhe parece obscuro na prática, leia "Mulher, Estado e Revolução", pra entender o quanto a revolução comunista é capaz d ferir o patriarcado. As instituições democrático-burguesas estão claramente em crise junto com o capital, não possuem qualquer poder pra reverter esse quadro. E na prática, quando a oportunidade revolucionária vem e não aproveitamos, a burguesia faz suas contra revoluções.
@comunismo

https://theconversation.com/o-que-diferencia-a-radicalizacao-misogina-online-da-cultura-machista-historica-no-brasil-278261

#patriarcado

O que diferencia a radicalização misógina online da cultura machista histórica no Brasil?

É preciso impedir que a radicalização misógina, surgida inicialmente às margens do machismo hegemônico preexistente, torne-se uma nova norma massificada para a banalização da violência contra as mulheres no Brasil

The Conversation
@comunismo
Tentei repostar da autora, mas bugou, então re fiz o post.