Nesta semana, em um julgamento histórico sobre o vício em redes sociais entre jovens, Mark Zuckerberg negou os impactos afirmou que suas redes não permitem acesso a esse público. Mas evidências mostram o contrário. O julgamento em questão envolve uma mulher da Califórnia que começou a usar o Instagram e o YouTube ainda criança. Ela alega que as empresas buscaram lucrar ao viciar crianças em seus serviços, mesmo sabendo que as redes sociais poderiam prejudicar a saúde mental.
Ela afirma que os aplicativos alimentaram sua depressão e pensamentos suicidas e busca responsabilizar as empresas.
Nesta fala, publicada pelo @outraspalavras, eu reforço a importância de alternativas ao fatalismo e monotonia impostos pelas big techs.
Proponho plataformas baseadas em código aberto, colaborativas, e com propósitos que fortaleçam a soberania do país em relação aos dados e controle de suas informações.