As pessoas até criticam os modus operandi das redes proprietárias e big techs, mas não querem deixar o modus vivendi estilo influencer: transformar suas vidas e de suas crianças em reality show, entrar em trends de IA proprietária, postar a face do bebê ainda em formação no ventre da mãe (eco), fazer performance de desempenho regada a biodados extraídos por pulseiras fitness ou smartwatches, apps como strava, mostrar comidas e lugares instagramáveis.