As pessoas até criticam os modus operandi das redes proprietárias e big techs, mas não querem deixar o modus vivendi estilo influencer: transformar suas vidas e de suas crianças em reality show, entrar em trends de IA proprietária, postar a face do bebê ainda em formação no ventre da mãe (eco), fazer performance de desempenho regada a biodados extraídos por pulseiras fitness ou smartwatches, apps como strava, mostrar comidas e lugares instagramáveis.
Além de tudo isso, @profwalterlippold , ainda temos agora as escolas de educação infantil que ficam publicando fotos das crianças (várias com menos de dois anos de idade). "Mas só os pais autorizarem". O problema é que aquelas que os pais não autorizam, ganham um emoji na cara. Ou seja, ou é exposta ou fica ridicularizada.....

@profwalterlippold penso nisso tb como o sucesso absoluto da idéia de que todo "avanço" tecnológico representa uma melhora de vida, uma romantização total da tecnologia

e a gente aqui internalizando lógicas empresariais na nossa vida pessoal a ponto de tudo ter que ter rendimento e performance