Mantendo o clima de "aparente normalidade" (semana de horror no Brasil, toda hora vêm à mente) hoje fui ver o Frankenstein do Guilhermo ...é dele tá, da Mary é diferente, mas como tudo que o Guilhermo faz sempre tem coisa boa. É bom pra chorar aí vc aproveita e já chora tudo junto, tem cenas que são duras de olhar ...e mesmo que vc não seja um "monstro" cujo pai te prendeu no porão com correntes eu me identifico com a criatura, a depender do seu nível de fé na sociedade todo pai e mãe "condena"
o filho a uma vida que ele não pediu, não escolheu... e no filme (e no livro, apesar de ser diferente) tem um agravante digamos, belo filme, valeu a pena ter ido no cine e ter esquecido do mundo aqui fora por 2h e um cadinho
ah...e denovo o personagem do Oscar Isaac diz algo parecido com isso (muito parecido com o que ele fala em Ex-Machina, aquele filme em que vc torce pro robô (Ava) matar o humano monstro  )...é o que resta né
e eu tinha passado por uma entrevista do Guilhermo dizendo que o Frankenstein era uma espécie de tech bro (não quis assistir antes de ver o filme),fez sentido, ele não tem limite moral e aliado aos recursos financeiros ilimitados do personagem do Christopher Waltz (Herr alguma-coisa) que é basicamente a a16z do Victor, ele segue fazendo tuuuudo o que ele quer