O @autobrain trouxe o Gil pra responder:
https://arram.senta-la.cloud/@autobrain/114594123470683347
"Gil ha aclarado que hay que distinguir los 'hacker' de los 'cracker' —vulgares piratas informáticos, en su opinión— y ha destacado a los primeros como "militantes de la contracultura que vieron en el ordenador una fantástica herramienta de comunicación"."
@[email protected] Teve bastante cobertura da imprensa na epoca. Aqui um exemplo: https://www.elmundo.es/navegante/2006/05/29/esociedad/1148910946.html
@carol_israel era quase uma pergunta retórica, com resposta semi-pronta, mas sua colocação me jogou pra uma reflexão mais epistemológica, obrigado 😊
Tentando responder, meu olhar está no fenômeno cultural, que é o resultado da experiência prática do protocolo e seus princípios, mas, essencialmente a internet enquanto dimensão social-humana.
E a minha resposta semi-pronta é que foram as pessoas hackers, numa confluência entre ciência e contracultura, e que surgiram juntas: hackers e internet.