Descobrimos o "ancient guilty apocalyptical pleasure" de Paulo Pinto:

"Foi com entusiasmo juvenil que me pus, há semanas, um pouco antes da bronca das partilhas de conta da Netflix, a ver o mais recente frisson de fast-food “histórica” (muito idêntica à original, isto é, gordurosa, nada nutritiva, cheia de emulsionantes e intensificadores de sabor, mas que devoramos avidamente e inundados de guilty pleasure): a série Ancient Apocalypse. Para quem não esteja bem a ver

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do que se trata, adianto que é uma série da autoria do jornalista britânico Graham Hancock, em oito episódios de produção Netflix. O que propõe? Uma completa reinterpretação do passado remoto da Humanidade. Mas já lá vamos.
Falo em “entusiasmo juvenil” porque devorei em tempos tudo o que era entulho deste calibre, desde o “fenómeno ovni” a toda a panóplia de teorias da conspiração, encontros imediatos, Roswell, alien autopsy e sei lá que mais.

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O meu subgénero preferido era, obviamente, o que fazia cruzamento com a História: as origens da Humanidade, os vestígios das visitas alienígenas, pirâmides, ilha de Páscoa, os deuses astronautas, Atlântida, caveiras de cristal e inúmeras “provas” de tanta coisa que não podia ter origem meramente humana."

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Ancient guilty apocalyptical pleasure – Almanaque Mag