O campo da saúde mental crítica é cheio de neologismos que muitas vezes nos confundem: qual a diferença entre medicalização, biomedicalização, e farmaceuticalização? Será que esses termos estão ligados somente às práticas dos médicos e psiquiatras, ou ao uso de medicamentos psiquiátricos? Acompanhe com a gente o desenrolar desses conceitos