Serviços de email?
Excluindo Microsoft e Google.
Não querendo nada selfhosted.
Para 600++ users.
O que recomendam?
Serviços de email?
Excluindo Microsoft e Google.
Não querendo nada selfhosted.
Para 600++ users.
O que recomendam?
O mail foi condenado há muitos anos (pelas ofertas em que era gratuito, como parte dos packs de acesso, etc) a ser um serviço merdoso, inerentemente inseguro, baseado em protocolos com décadas, etc.
Talvez isso mude um dia, mas o estado da arte não é brilhante. A oferta de serviços decentes é rara, e a base com que trabalham (smtp, pop/imap, smime/pgp) é horrível e precisa de uma séria revisão.
Claro que é. Os protocolos associados ao mail, ao contrário do vinho do porto, tendem a não ganhar qualidade com o tempo. É o principal vector de ataque digital utilizado no planeta e abusado universalmente; de spammers a burlões de toda a espécie.
On top: layers de tecnologia para tentar minorar os danos… s/mime, pgp/gpg, spf/dkim, tuneis de ssl, white/grey/black lists, etc, etc, etc. Administro servidores de email profissionalmente desde 1997
1982 https://www.rfc-editor.org/rfc/rfc822
2001 https://www.rfc-editor.org/rfc/rfc2822
2008 https://www.rfc-editor.org/rfc/rfc5322
2013 https://www.rfc-editor.org/rfc/rfc6854
Não se pode dizer que esteja parado no tempo.
9 anos não é muito para um protocolo deste género.
Podes argumentar que já devíamos ter abandonando este paradigma de mensagens e, na realidade, o pessoal do Element promove o Matrix como um substituto do SMTP ...
@gvlx Não estou nada convencido que sirva como tal.
Serviços como Matrix são demasiado orientados para o tempo real para substituírem o email.
@DiogoConstantino @pls @mandelbrota @Tomahock
Tem a ver com o uso habitual do e-mail em ambiente empresarial, em que é quase só uma ferramenta de notificação e os documentos estão em repositórios de informação.
@gvlx mas eu também não acho que o problema do email sejam os protocolos. Eu acho que o maior problema são o google, a microsoft, na a concentração de mercado nos serviços e produtos destas duas empresas, da falta de soberania/autodeterminação digital, e da total demissão dos estádos na sua defesa e da concorrência.